quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

JESUS O RESSUSCITOU EM MEUS BRAÇOS - Testemunho



Amigos e Irmãos, meu nome é Ricardo Carvalho e preciso compartilhar este acontecimento com vocês, mas será necessário que eu volte um pouco em minha história de vida.
    Em meados de 2000, me converti ao evangelho de Nosso Senhor Jesus e consequentemente minha amada esposa também, neste período oramos ao Senhor e decidimos ter um filho e depois de alguns meses ela engravidou. Como eu era metalúrgico , tinha direito á convênio médico e assim pôde fazer um bom pré-natal , ao menos deveria ser. Mas a partir do terceiro mês de gestação, começamos a perceber que não seria tão simples assim, sua barriga começou a se formar de uma forma incomum, parecia um calombo do lado esquerdo do abdômen, então, a doutora que a acompanhava pediu exames e surpreendentemente disse ela que estava tudo normal, porém não nos convencemos disso.



Neste entremeio, certa noite, dormíamos tranquilamente quando repentinamente num impulso tive a sensação de que minha esposa cairia da cama, agarrei-a pela cintura e segurei firme, então toda trêmula me perguntou como que eu sabia que ela iria cair e respondi que foi como num sonho em questão de segundos, então oramos e voltamos a dormir.

Percebemos que não seria tudo normal, mas não esperávamos que seria tão difícil pra essa criança nascer, pois ao completar 31 semanas de gestação , foi necessário que corrêssemos ao hospital no meio da madrugada, minha esposa estava com a pressão altíssima e o risco para ela e a criança era grave. Ao chegarmos na emergência, foi constatado que a criança teria que ser tirada com urgência, pedimos para chamar a doutora que a acompanhou durante o pré-natal e tivemos uma surpresa; a doutora abandonou o caso e cometeu negligência. Foi aí que surgiu uma enfermeira e nos informou que isto aconteceu para o bem, porque o doutor que faria a operação estava lá e seria muito melhor do que qualquer outro que o fizesse.
Então, o doutor obstetra ( cujo nome não me recordo ) me chamou e perguntou se acreditava em Deus, e lhe respondi que certamente, então me aconselhou que me apegasse na fé porque este caso estava nas mãos Dele, daí olhei pra cima e respondi que não poderia estar em melhores mãos, pois Ele é o médico dos médicos.
Daí aproximadamente uns quarenta minutos, chegou a enfermeira-chefe com a notícia de que a criança havia nascido de parto cesariana, era um  menino com menos de 2 quilos, que estava aos cuidados na UTI neo-natal, pois havia complicações respiratórias devido á formação dos pulmões e que se vivesse precisaria de que completasse a gestação na incubadora , seriam 9 semanas de aflição, no mínimo.

Mas como nos apegávamos em constantes orações, e toda nossa congregação de irmãos nos ajudaram, durante aproximadamente duas semanas, O Senhor nos presenteou com a incrível melhora do guri, em que o doutor se ironizou de minha esposa quando ela lhe disse que aconteceria um milagre  naquela noite, daí ele lhe disse com desdém que se o menino ganhasse certo peso até ao amanhecer que lhe daria alta sem pestanejar. Para a surpresa do doutor ao pesar e examinar a criança, o peso que havia estipulado foi superado em dobro com a mesma quantidade de dietas que tomava diariamente, e minha esposa lhe perguntou se cumpriria sua palavra, então deu um sorriso de preocupação, indagou se a balança não estaria com problemas mas acabou liberando.
A partir daí o menino começou a desenvolver de tal maneira, que após alguns meses parecia um grande urso de pelúcia, saudável, fofo e forte. Graças ao Senhor!
                                                                        
                                             O NOME

Eu tinha desde a infância um amigo, que me era mais chegado que meus irmãos de sangue, pois ele mesmo me considerava assim, porque não tivera irmãos, mas seis irmãs. Esta pessoa, sendo muito querida na minha família me pediu que quando batizássemos o menino que lhe concedesse ser o padrinho, eu e minha esposa não sabíamos como lhe dizer que não seria batizado, pois ao nos convertermos ao evangelho, deixamos este costume, então para que pudéssemos não lhe entristecer, decidimos colocar seu nome no bruguelo, então a consideração ficou ainda maior.

Mas  um fato terrível culminou nossas vidas, porque justamente na virada de ano de 2006 para 2007, em que comemorava a passagem de ano com seus familiares, este meu amigo irmão, cometeu uma fatal imprudência tentando saltar de uma laje para outra numa altura aproximada de 8   metros, me lembro como se fosse hoje; eu estava com meu guri no colo lhe mostrando os fogos, então tivemos que entrar para um lugar coberto porque naquele momento começou uma garoa espessa, portanto, quando tentou saltar pisou num local escorregadio e acabou caindo com a cabeça pra baixo. Ficou alguns dias em coma mas nunca mais voltou... (lágrimas)...

Neste momento nos deixou apenas com boas lembranças, costumo dizer que foi o melhor corintiano que pude conhecer, mas enfim, seu nome era JULIANO MOTA PEDRO, ao qual homenageamos colocando-o em nosso amado filho anos antes de ele falecer. Mesmo olhando pra frente sinto muitas saudades !!!

                                        MILAGRE II

Juliano Galvão carvalho, era uma criança cheia de vida, muita energia, parecia que era ligada o dia todo no 220 v , sempre com seu típico sorriso gratuito no rosto, que me contagiava. Me lembro de quando tinha 3 aninhos, eu chegava do serviço todo sujo e quando ele ouvia meus passos subindo a escada corria em minha direção tropeçando nos brinquedos espalhados por nossa pequena casa, sorrindo, de bracinhos abertos e me agarrava pelas pernas gritando ; - PAAAIII !!! , VAMO TUTÁ GOL ?
Sabe amados, parece ser tão bobo, mas hoje valorizo a cada gesto do meu filho, é algo que mexe comigo e nem consigo me expressar, era bom vê-lo crescer depois de tudo que já havíamos passado, uma benção vê-lo orando, gostando de estar na igreja principalmente aos domingos, tentando cantarolar louvores pela casa.


Já com seis anos, num desses domingos ensolarados, havíamos participado de uma bela reunião na igreja em que nos foi pregado 2 reis cap. 4, que falava a respeito de uma mulher sunamita, que sendo estéril, o profeta Eliseu por gratidão, profetizou-lhe um filho e havendo o menino morrido, a mulher se portou com atitude e confiança que o Senhor lhe devolveria o menino vivo, e procedendo fielmente Eliseu se deitou por sete vezes sobre o menino então seu espírito lhe voltou, isto falo resumidamente. 

Pois bem, depois disto havia uma comemoração na casa de alguns queridos parentes, e o menino e minha esposa foram na frente, eu porém, esperei que meu irmão viesse me buscar mais tarde junto com meu pai, em um intervalo aproximado de 2 horas em que estavam no local. Quando meu irmão veio, rapidamente partirmos para lá e chegamos logo, mas sendo a entrada da casa de difícil acesso, tivemos que esperar que alguém destravasse o portão, neste intervalo, cuidava eu que todos estivessem na parte de cima da casa, então meu irmão e meu pai preferiram esperar do outro lado da rua que era uma ladeira comprida, mas eu parei em frente e tão logo destravaram o portão, empurrei-o e dei o primeiro passo em direção a escada, mas no segundo passo ouvi uma freada longa e um estrondo como se fosse uma batida de carros, tão logo olhei para trás e vi meu irmão com as mãos na cabeça juntamente com meu pai dizendo quase que sem cor nenhuma: -É uma criança!

Eu pensei comigo que alguém teria que fazer alguma coisa, pensei em orar por quem tivesse se acidentado mas também não tinha noção do que havia acontecido, então saí pelo portão e vi uma terrível cena, havia uma criança de bruços caída perto da sarjeta como que sem vida, invoquei o nome do Senhor e me aproximei, então vi o tênis , sua camiseta preta quase nova, bermudinha jeans, cheia de bolsos , cheguei mais perto e quase não pude acreditar, era meu amado e único filho... (emoção).


 Juliano havia descido para comprar doce com meu primo Anderson, e voltando viu seu avô e seu tio do outro lado da rua e sem olhar pra os lados correu pro meio e foi quando descia uma moto em alta velocidade e o pegou em cheio, o jogando a vários metros de distância, bateu com a cabeça por duas ou mais vezes.
Toda vez que tento descrever o que senti naquele momento , me sinto como que estivesse no tempo real, me lembro que minhas vistas se escureceram, minha cabeça rodou, minha respiração parou, minha voz travou, mas ainda tirei forças para recolhe-lo do chão em meio aos gritos das pessoas dizendo que eu não poderia fazer aquilo, tomei-o em meus braços, ergui-o até a altura do peito e disse quase sem voz: - JESUS É MEU FILHO..., DEVOLVE ELE PRA MIM !!!

Então meu irmão, junto com meu primo quase que sem ação, não conseguiam se quer dirigir, mas nos colocaram no carro e eu orava com meu pequeno no colo e me lembro quando ele abriu os olhos que já estavam virados e suspirou como se fosse me deixar, e dizia-lhe ; - Não filho, não amor, não chegou a hora, o Senhor é contigo, fala com papai...
Quando enfim chegamos ao pronto socorro, eu mesmo corri, entrei direto pela porta da emergência e o coloquei numa maca, o segurança correu atrás e quando viu a situação se quer ousou me constranger, entrou uma enfermeira me viu passando a mão em seus cabelos, e o menino começou a ter convulsão, pondo vômito e sangue misturados pelas narinas, então a enfermeira pediu para que me retirasse pra começarem os procedimentos.


Foram minutos de muita tensão, minha esposa chegou, nos abraçamos chorando e começamos a orar, declarar sua ressurreição, invocar o Nome do Senhor, e naquela correria meu irmão olhava pela fresta da porta e voltava chorando meneando a cabeça, colocando os braços na parede soluçando de chorar, e disse para meu pai que também estava em prantos que o menino estava roxo, só o que eu fazia era orar, depois de algum tempo veio até nós uma doutora e nos disse que tentariam transferi-lo para o hospital geral ainda com vida, pois havia sofrido traumatismo craniano, o colocaram na ambulância, minha esposa entrou junto e partiram.

Neste momento minha cabeça parecia estar inchada, latejando e parecia que iria explodir, coloquei os braços sobre a cabine de um telefone publico, encostei a cabeça e ali o encharquei de lágrimas soluçando, tentava me controlar mas não conseguia, foi quando senti uma mão me tocar nas costas e quando virei vi um rapaz que não conhecia, então me disse que deveria confiar nas orações que fiz, pois desde quando me propus a buscar ao Senhor Ele já tinha recebido as orações, me disse para não desfalecer e também me testemunhou sua fé dizendo que fora desenganado pela medicina mas que Nosso Senhor Jesus o havia curado de uma doença crônica (a qual ele me disse mas não me recordo), então me disse pra lutar pelo meu filho, pois Nosso Senhor não falha. Naquele momento me senti consolado no íntimo, o rapaz que eu não conhecia me abraçou forte, e tratou de mim como se fosse um amigo próximo e conhecesse minha interna dor, disto não pude me esquecer.

Amigos, as primeiras horas naquele hospital quase me levaram a desfalecer, pensei comigo que se me viessem com uma trágica notícia teriam que me enterrar junto, mas batalhei muito contra esse sentimento e pensamento, pois obrigatoriamente eu teria que praticar tudo o que havia aprendido a respeito de fé, confiança em Jesus, passar pela tribulação e principalmente provar mais do incompreendido Amor de Deus. Nessas horas a presença de qualquer pessoa ao nosso lado é confortadora, mas por outro lado, nos parece insuficiente, parece não consolar, talvez seja a impotência humana quanto ás nossas limitações, mas uma pessoa em especial fez diferença, sim, fez muita diferença.

Na época, nossa congregação estava sendo muito edificada, quem nos apascentava era um pastor que também era amigo, experimentado na obra, impetuoso na prática e amável no trato. Walquir Alves Moreira deixou sua amada mãe quase que moribunda e se deslocou do Hospital das Clínicas diretamente para o hospital Geral do Cecap (Guarulhos), onde estávamos esperando notícias da emergência, quando chegou e olhou em meus olhos pude ver que havia chorado, pôs a mão direita em meu ombro e disse;- Filho, lembra-te do que O Senhor nos falou hoje pela palavra, chegou a hora de provar.
Depois disto subiu ao andar em que estava o menino, orou com minha esposa, também a consolou com a palavra e depois me veio acalmar, me disse para confiar e não desfalecer por causa da tomografia que estavam fazendo no menino naquele momento, então foi-se, reuniu nossos irmãos em oração por nós na igreja e fiquei na espera.

A primeira tomografia não acusou traumatismo craniano o que nos era uma boa notícia, mas ao nos chamar em particular, a Dra. Neurologista nos disse que a situação era difícil, não sabia dizer se o menino iria viver, e se vivesse, as seqüelas seriam terríveis.O fato é que passamos por alguns dias com Juliano na U.T.I em coma profundo, cheio de tubos e ligado aos aparelhos até que em exames mais detalhados, conseguiram diagnosticar a lesão que teve no cérebro, chamada de Lesão Axonal Difusa (saiba mais clicando aqui). A grosso modo, entendi que isso acontece pelo movimento brusco que o cérebro sofre dentro do crânio, como se chacoalhasse a massa encefálica, lesionando vasos na região do cérebro, praticamente irreparáveis quanto ao voltar á sua normalidade, lembram-se de meu falecido amigo Juliano? Pois naquele momento me lembrei dele, também sofreu essa lesão, mas agravada pelo trauma no crânio seguido de coágulo, não sei se eu agüentaria outra tragédia igual, desta vez com meu filho.



Os doutores nos informavam periodicamente a situação do menino, mas sempre nos falavam a mesma coisa, que não sabiam se, ou quando ele sairia do coma, também tentaram o desentubar pra que ele respirasse sem os aparelhos mas foi em vão, então, eu não entendia como alguém poderia desaprender um ato essencial e involuntário como respirar, estava angustiante e sufocante, ainda mais que não nos davam esperanças. Num desses relatórios clínicos um Doutor chefe da junta médica me chamou e disse que nada havia mudado em seu quadro clínico e no dia seguinte, tentariam desentuba-lo novamente e se não conseguisse, teriam que fazer uma traqueostomia, pois não poderia ficar muito tempo entubado por causa de infecções na garganta, mas eu lhe disse que lhe tinha uma boa notícia, por que eu acreditava em milagres. Então com um tom alterado me disse:

- Não, não, aqui não tem milagre não, é isso aí que você tá vendo, ninguém vai levantar de repente e sair andando...

É, naquele instante senti misericórdia daquele homem, sim misericórdia senti, pois tudo o que me mantinha de pé era a fé no meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, e as palavras daquele doutor eram dignas de repúdio, imaginem que se estivesse um dia na minha situação e dependesse de seu impotente ser, teria uma grande decepção, perderia o seu filhinho por incredulidade.

Nuca busquei tanto a Deus como naqueles dias, pois tribulações trazem aprendizado e consolo quando em Cristo estamos firmados. Então orava da seguinte forma;

Senhor, creio no Seu consolo, pois este é verdadeiro e diferente do consolo do homem.

Quando consolaste a Jairo ressuscitando sua filha, não a deixou com sequelas.

Quando se comoveu com a viúva que iria enterrar seu único filho, a consolou ressuscitando-o sem sequelas.

Quando ressuscitou a lázaro, não deixou-o com sequelas...

Pois assim é Seu consolo real, verdadeiro e completo. Declaro em Seu Santo Nome, que assim como ressuscitaste Juliano  em meus braços, também sem sequelas ficará. Amem...

Processo doloroso foi este, vívido, implacável, sem opções, só vida ou morte assim desse jeito, se o menino se fosse, certamente levaria junto nossa fé, esperança em Deus, vitalidade, enfim, levaria nossos corações e almas pra sepultura, olhava pra nossa casinha de dois cômodos e tudo estava lá; Seus carrinhos, bonequinhos, camisetinha do São Paulo F.C, fotos ...mas ele não estava...encharquei o travesseiro de lágrimas pela falta sufocante que nos fazia a criança, saudade entranhável, antes quando eu acordava pela manhã, olhava pra o lado de sua cama e lá estava olhando pra mim já acordado, me dava um jóia e abria seu sorriso gratuito sem igual...(emoção). Louvado seja Nosso Senhor!!!

No dia em que o desentubaram eu estava apreensivo porém confiante, parecia que não iria conseguir, mas depois de algumas horas foi recuperando o padrão e no mesmo dia o tiraram da U.T.I, diminuíram os sedativos e então começou a apresentar espasmos involuntários causados por hipertonia, por causa da lesão cerebral, por isso, os sedativos não poderiam ser cortados de uma vez. Mas depois de alguns dias, enfim abriu os olhos, foi maravilhoso vê-lo acordado depois de vê-lo morto, e não sabíamos se algo havia afetado sua memória, seus sentidos estavam dispersos até que me olhou fixamente e depois de alguns segundos nos fez felizes com aquele sorriso gratuito - apesar de estar faltando dois dentes em meio á sonda nasogástrica - e glorificamos Ao Senhor por tudo.


Nosso anseio pela recuperação dele era angustiante, nos últimos dias ficamos exaustos, minha amada esposa teve que se superar, seu psicológico já estava muito abalado mas por outro lado, podíamos testificar em nosso espírito que as orações de muitos irmãos nos trouxeram paz,  consolo de Deus. Sofríamos por ver Juliano tentar fazer coisas simples e não conseguir, mas sempre, sempre mesmo, nos alegrava com seu sorriso, por isso que chamo de sorriso gratuito pois ás vezes eu pensava como poderia sorrir estando com dores, graves limitações ?


Me lembro que enquanto estava desacordado eu falava em seu ouvido;- Você vai conseguir filho, você é guerreiro, foi consagrado no altar do Senhor para a glória Dele... (Depois de algum tempo ele me perguntou o que era ser guerreiro, pois sonhara que isso lhe foi dito)


Nosso Senhor disse: Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.   João 14:2


A paz em meio a tribulação, eis uma diferença entre a paz de Jesus e a paz do mundo, pude pensar melhor nisso após esses acontecimentos.


Numa reunião entre a junta médica após verem a recuperação do menino, decidiram que a internação já não era tão determinante no progresso clínico, então pude levanta-lo em meus braços e leva-lo para nosso humilde lar, onde Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo completou a obra que iniciou naquele domingo ensolarado e assustador, ressuscitando-o em meus braços!


Juliano Galvão Carvalho, teve que reaprender a falar, andar, comer, até beber água, o acidente no cérebro também afetou sua coordenação motora, principalmente seu lado esquerdo, mas mesmo quebrando copos, deixando a colher cair da mão, mesmo tropeçando nas próprias canelas, sem conseguir terminar de falar uma simples palavra estava sempre com aquele sorriso contagiante, glorificando a Deus e nos trazendo alegria até hoje...


Bendito seja o Deus e pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;


Que nos consola em toda nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a mesma consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.  2 corínthios 1:2, 3




Deixo-vos também a gratidão por todos os que nos ajudaram neste processo e aos amigos que ainda nos serão acrescentados.


Eis um singelo vídeo pessoal:  "JÁ POSSO SUPORTAR BY JULIANO".


PAZ A TODOS.

 


2 comentários:

  1. Glória a Deus por este testemunho, que Deus continue abençoando esta família. Também sou pai e imagino o que passou, mas como diz a palavra "O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã". Fica na paz do Senhor!
    Wellington

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    1. Amém irmão Wellington, Recebemos suas orações. Estou muito grato, fique na paz de Nosso Senhor!

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