segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

UM MÍSSIL NUCLEAR DESTRUIU MOHENJO-DARO NO PAQUISTÃO?













No século XIX, especialistas ridicularizaram o alemão Heinrich Schliemann  por seu método considerado amadoristico e ingênuo de buscar as minas micenicas da tal decantada cidade de Tróia a partir de relatos mitológicos da iliada de Homero, primeiro grande poeta grego, que viveu ha cerca de 3.500 anos. Mas foi justamente esse amador quem a encontrou. Imbuidos dessa mesma atitude rancorosa e academicista, arqueólogos concluíram apressada e superficialmente que a maior civilização da India arcaica, Mohenjo-Daro, nome que significa O Monte dos Mortos, por ser considerada mal-assombrada, teria sido destruída por urna inundação. Mas isso não explica absolutamente o que se achou ali. De fato, os arqueologos responsáveis por esse sitio simplesmente varreram para debaixo do tapete as evidencias de algo que não se enquadra em urna explicão assim tão comoda e simples. Mohenjo-Daro teria existido no Vale do Indo, atual Paquistão, e talvez a eterna rivalidade entre hindus e paquistaneses tenha feito corn que se subestimasse a importâcia daquela civilização Em 1978, urn estudioso da lingua escrita chamado David Davenport, cidadão britanico na India, juntamente corn o redator Italiano Ettore Vicenti, procederam a urna releitura de classicos como 0 Ramayana. Esse texto é o mais extenso escrito corn mais de mil estrofes e integrando o confuso Mahabharata [Grande india em sanscrito] O grande epico hindu recheado de relatos de guerras e aventuras em épocas míticas, ditado por Krishna-Dwaipayana Vyasa, 0 compilador. Sua versão completa, incluindo 0 Bhagavad Gita, dataria do seculo VIII a.c. Certas passagens soam hoje bastante sugestivas, pois parecem fazer menção a artefatos bélicos; O valoroso Aswatthaman, resoluto,tocou a água e invocou o braço de Agneya [O fogo}.Apontando para seus inimigos, disparou uma coluna explosiva que se abriram em todas as direções e causou fogo como luz sem fumaça, seguido de uma chuva de faiscas que cercaram o exercito dos Partha completamente. Os quatro pontos cardeais se cobriram de cinzas, e um vento violento e mau começou a soprar. 0 Sol Parecia girar ao contrario, o universo parecia estar febriL Os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas. A água ferveu e os animais aquáticos demonstraram intenso sofrimento ".

"Flecha Inteligente- Algumas centenas de estrofes mais a frente, 0 Mahabharata descreve os efeitos de outra arma, a Narayana:."Os guerreiros retiraram suas armaduras e os lavaram na água". Em épocas antigas, tudo isto poderia soar como meras metáforas, mas na era atomica nos faz pensar na destruição de Hiroshima e Nagasaki. "De fato, por incrivel que possa parecer, há inumeras descrições que nos remetem a alta tecnologia, o glossário de armas do Mahabharata compilado pelo ilustre sanscritista Hari Prasad Shastri menciona uma chamada Kamaruchi, a 'f1echa inteligente', que ia aonde se queria que fosse e pode ser interpretada como um míssil teleguiado moderno. E ainda 0 Murchchdhana, menciona uma arma que suspendia os sentidos humanos, um possível gás sonífero, algo do Nadana, que produzia alegria como o gás hilariante, e o Shabdavetiva, outra flecha, desta vez que seguia os sons e perseguia objetos ocultos, como os mísseis atuais que. seguem ondas sonoras produzidas por aviões inimigos ", descreve Davenport.
Os textos hindus não cansam de mencionar os mais variados tipos de artefatos voadores. o termo sanscrito vimana, por exemplo, significa "ave artificial habitada". Os manuscritos de época as descrevem como máquinas voadoras cujo "interior não é nem demasiado quente, nem demasiado frio, moderado em qualquer estação do ano". Seriam as vimanas dotados de ar-condicionado? Davenport e Ettore encontraram no Ramayana passagens intrigantes, como o capitulo 81 do Uttara Kanda, que relata a saga dos habitantes da cidade de Lanka, ou ilha, assim chamada porque se encontrava isolada pelas águas do Rio Indo. Os estudiosos concluíram, após longas pesquisas, que Lanka corresponderia a localização de Mohenjo-Daro, centro da arcaica civilização hindu de Harappa, composta de sete cidades, das quais Mohenjo-Daro seria a capital que floresceu até extinguir-se subitamente por volta de 2000 a.C. Certo dia, sua população recebeu urn "aviso" de abandonar a cidade no prazo máximo de urna semana, após o que sobreviria urna "grande calamidade, de onde cairia fogo do céu", segundo os escritos. essa passagem nos faz lembrar Sodoma e Gomorra, da Biblia.
Altos índices de radioatividade – Escavações arqueo1ogicas, notadamente as britanicas, de há cerca de 30 ou 40 anos atras, desenterraram com indicios perturbadores, como por exemplo cadáveres que mostravam sinais de morte subita e violenta sem que tenha havido luta ou sequer a minima resistencia. Só foram encontrados I3dos 43 esqueletos em toda a cidade, indição do que quase toda a população fugiu deixando a maior parte de seus pertences. Foi encontrada a ossada do que pareceu uma familia composta de pai, mãe e urn menino que moravam juntos, de mãos dadas em plena rua.. Permaneceram insepultos, tombados no chão. Esmagados por urna força inexplicavel... enquanto caminhavam calmamente. É evidente que o que os matou foi rapido, deixou os ossos calcinados. Dada a ausência de vulcões na área, isso torna inexplicável dentro dos moldes tradicionais.
A conclusão de David Davenpot e Vincenti só poderia ser uma: destruição nuclear. As ruas pareciam ter side varridas no momento da catastrofe. Objetos foram arremessados para os cantos e o epicentro da explosão ficou bem caracterizado coma sendo uma área coberta de detritos negros e restos de argila derretida e vitrificada. 0 Instituto de Mineralogia de Roma analisou algumas amostras e constatou que haviam sido expostas a temperaturas altíssimas, de cerca de 1.500° C, e o que é mais curioso: por apenas uma fração de segundo. Há, por exemplo, vasos fundidos de urn lado e totalmente intactos do outro, indicando fusão incompleta. Excluiu-se totalmente a possibilidade de incendio por fogo ou fornos convencionais, ja que estes não teriam a capacidade de produzir tamanha diferença de temperatura em tão pouco tempo.
Guerra Nuclear - AIém disso, os danos verificados nas casas eram proporcionais a distancia que se encontravam do epicentro da explosao. Aquelas situadas na area central foram calcinadas por completo, sem que restassem sequer suas paredes. A urna certa distancia do epicentro, alguns muros ainda permaneceram de pé. Nos suburbios da cidade ficaram intactas paredes altas de até tres metros de altura. Indubitavelmente a explosão ocorreu no ar, a urna considerável altura do solo. 0 epicentro mede aproximadamente 50 m de diametro, dentro do qual toda a matéria se encontra completamente cristalizada, fundida e estéril, apresentando até hoje altos indices de radioatividade. Hoje, os animais que vagueiam para região contomam prudentemente a área, negando-se a cruzá-la, dai a fama de cidade mal-assombrada. A uns o 0 m a partir do epicentro, os tijolos estao fundidos apenas de urn lado, indicando a direção das chamas a partir do centro. Segundo Davenport, este e o evento descrito no Mahabharata: "A fumaça branca e quente mil vezes mais brilhante que o Sol, ergueu-se em infinito brilho e reduziu a cidade a cinzas, a água ferveu,cavalos e carruagens pegaram fogo aos milhares, e os cadáveres dos que caíram estavam mutilados pelo horrendo calor até não mais serem reconhecíveis ".
Ainda no Mahabharata encontramos outra excelente descrição de algo que nos remete a urna guerra nuclear, a de que Arjuna recebeu urna "arma celeste que não pode ser usada contra seres humanos, pois poderia destruir o mundo todo ", mas que deveria ser usada .contra "aqueles que não seres humanos ". Uma das melhores referências a um conflito atomico se encontra neste trecho: "Era um unico projetil, detendo em si toda a força do universo. Uma coluna incandescente de fumar;a e fogo, com o brilho de mil sois, erguendo-se em seu esplendor. Uma arma desconhecida, um trovão de ferro, gigantesco mensageiro da morte, que reduziu a cinzas toda a raça dos Vrishnis e dos Andhakas. Seus cadaveres estavam tao queimados que ficaram irreconhecíveis. As unhas e os cabelos caíram. Os potes se quebraram sem causa aparente, e as aves ficaram brancas. Em poucas horas toda a comida estava envenenada. E para escapar do fogo, os soldados se atiraram nos riachos para lavar a si mesmos e a seus equipamentos ".
Registros da evolução - 0 pesquisador alemão D.Gerhard R. Steinhiiuser em seu livro 0 Herdeiro dos Astronautas {Artenova, 1970), relata outra passagem do Ramayana igualmente significativa: "Quando o deus Rama foi ameaçado por um exercito de macacos, ele colocou sua flecha magica em ação. Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sois, transformando tudo em cinzas. Os cabelos dos sobreviventes caíram, suas unhas se desintegraram ". A hipotese de destruição nuclear é reforçada pelas lendas colhidas entre os atuais habitantes do local. Eles contam que 0 "Grande Senhor do Céu, enfurecido com os habitantes daquela cidade, hoje um deserto imprestavel, destruiu-a com uma luz que brilhou como mil sois e que ressoou por muitas milhas de distancia ". A população acredita que aquele que se ' atrever a percorrer aquele solo amaldiçoado sera assaltado pelos maus espiritos e venha a morrer logo - talvez venham mesmo, mas pela radiação ainda existente ali.
O trecho a seguir encontra-se em urna das mais velhas crônicas difundida, 0 livro Estancias de Dzyan, pergaminhos antigos de origem tibetana que conteriam registros de toda a evolução da humanidade em uma língua desconhecida denominada Senzar:
"A separação não trouxe paz para esses povos e sua ira alcanrçou um ponto tal que 0 govemante da cidade original levou consigo um numero de guerreiros e eles se elevaram nos ceus em uma grande nave metálica brilhante. A medida que perceberam que uma grande liga de seus inimigos estava ali presente, eles arremessaram uma lança brilhante que se assentava em um raio de luz que incendiou parte da cidade inimiga em uma grande bola de fogo que lanrçou-se aos ceus, alcançando as estrelas. Todos que estavam na cidade queimaram-se horrivelmente, e os que não estavam dentro, porem próximos, queimaram-se também. E aqueles que olharam para a lança de fogo ficaram cegos para sempre. E os que entraram na cidade a pé, adoeceram e morreram, e até pó dessa cidade fez-se venenoso, bem como os rios que cruzavam a cidade. Ninguém se atreveu a voltar ali, e gradualmente a cidade tomou-se poeira e foi esquecida pelos homens ".
Poderes secretos - Davenport e Ettore admitem que maquinas voadoras e artefatos nucleares não condizem como nível tecnológico alcançado por aquele povo ou qualquer outro da Antiguidade. Por isso mesmo, Davenport especula que 0 "Senhor do Céu veio de algum outro lugar, agindo como agiram os colonizadores da ldade Modema, com brutalidadee truculencia. Talvez Mohenjo-Daro tenha sido vítima de uma punição exemplar, intencionalmente infligida por meio do despejo de uma bomba atamica". Catedráticos riem dessa possibilidade, afeitos aos fundamentos da arqueologia convencional, preferindo teimar na insustentável e cômica hipótese da inundação. Alguns cientistas sugeriram que Mohenjo-Daro pudesse ter sido atingida por urn meteoro, o que explicaria a fusão das pedras de ceramica e os corpos calcinados. Mas isso não explicaria porque a cidade foi evacuada imediatamente antes do irnpacto, os anirnais foram abandonados e ate mesas postas deixadas para tras. Tudo isto invalida a hipotese de meteoro, pois não teria havido tempo para uma evacuação previa em massa.
No seculo II a.C., 0 grande imperador budista Ashoka recebeu nove livros escritos por seus sabios que descreviam essas armas espetaculares e avançavam por anos outros dominios da ciencia. Porem, coma Ashoka se opunha fortemente a guerra, ordenou que tais texros fossem destruidos, evitando assirn seu mau uso no futuro. Sabe-se apenas que certas passagens mencionariam coisas coma laghima, 0 poder de vencer a gravidade girando-se em sentido oposto aquele da mesma, e os astra, naves voadoras e seus poderes de invisibilidade e destrução. Ou ainda 0 garima, 0 poder de alterar 0 peso dos objetos, e talvez a sua relação espaço-tempo. Embora Ashoka tenha ordenado a destruição desses livros, parece que os monges tibetanos ainda o possuem, pelo menos em parte, e graças aos ensinamentos neles contidos são capazes de fazer levitar rochas em cerimoniais musicais proibidas aos leigos.
De fato, e urna crença comum entre os hindus a idéia de que os antigos possuíam inúmeros poderes secretos, ou Siddhis, que hoje se restringem aos iluminados ou que se perderam por completo, devido a degeneração do antigo conhecimento. Seja como for, os restos de Mohenjo-Daro sobreviveram coma uma forte evidencia de que algo realmente estranho e inusitado aconteceu ali, algo que a arqueologia oficial em nega, algo que vai de encontro a crença normalmente aceita de uma linearidade no desenvolvimento da civilização nos moldes da ciência ocidental.
Vimana é uma maquina voadora, amplamente descrita na literatura da antiga Índia. Referencias a esse misteriosos veículo aéreo são comuns em textos antigos indianos e neles encontramos detalhes de seu uso até mesmo com o equipamentos de guerra. Os Vedas, por exemplo, fazem uma exposição circunstanciada de vimanas de varias formas e tamanhos, desde o Ahnihotra Vimana, com dois propulsores, ao Vimana Elefante, com mais propulsores, e outros tipos com nomes como Kingfisher, Íbis e de diversos animais. Veda vem do sânscrito e significa “conhecimento”. Os Vedas contêm o conjunto dos mais antigos textos sagrados, poemas e hinos laudatórios, formas sacrificais que constituem o fundamento da tradição religiosa filosófica da Índia. 
Sistema Gravitacional – Consta que os vimanas podiam voar não só dentro da atmosfera da Terra, mas como também viajar no fundo do mar ou através do espaço sideral. A palavra Vimana também vem do sânscrito e significa “ave voadora habitada” No Ramayama, outra obra literária da antiga Índia, Vimana significava “o palácio voador do demônio-senhor Ravana chamado Pushpaka” O imperador Ashoka, por exemplo, iniciou uma ordem chamada Sociedade Secreta dos Nove Homens Desconhecido, integrada por grandes cientistas indianos que receberam a incumbência de catalogar as muitas ciências. Ashoka manteve em segredo o trabalho deles porque temia que a ciência avançada catalogada, estudada a partir de antigas fontes indiana, fosse usada para propósitos de guerra, e ele era totalmente contra isso desde que se convertera ao budismo, após derrotar um exercito rival em uma batalha sangrenta. Os tais “nove homens desconhecidos” escreveram um total de nove livros, presumivelmente um por cada homem. O livro numero um intitula-se Os Segredos da Gravitação e lida principalmente com o problema do controle da gravidade. Supõe-se que ele deve estar muito bem guardado em alguma biblioteca secreta na Índia, no Tibete ou em outro lugar – talvez até mesmo nos Estados Unidos. Tendo em vista seu conteúdo, é perfeitamente compreensível que Ashoka quisesse mantê-lo em total segredo. Ele também estava ciente das guerras devastadoras, nas quais tais veículos avançados e outras armas tinham sido utilizados. A destruição do antigo Império Rama, milhares de anos antes, por exemplo contabilizava-se entre os saldos trágicos. Há poucos anos atrás, os chineses descobriram em Lhasa, no Tibete, documentos escritos em sânscrito e os enviaram a Universidade de Chandrigarh para serem traduzidos. A doutora Ruth Reyna, daquela instituição admitiu que o material contém instruções precisas para a construção de astronaves. O já citado Ramayama também detalha minuciosamente uma viajem ao nosso satélite natural em um vimana ou astra, que teria entrado em combate com uma aeronave Asvin. 
Manuais de Aeronáutica – Para que possamos entender melhor esta tecnologia, temos que regressar bastante tempo, até a época em que o chamado Império Rama, que abrangia uma área que ia do norte da Índia ao Paquistão, no subcontinente indiano, começou a florescer, há mais de 15 mil anos. Haviam grandes e sofisticadas cidades, muitas da quais os arqueólogos ainda não encontraram. Rama se desenvolveu paralelamente a Atlântida, situada no centro do oceano atlântico e administrada por sacerdotes – reis considerados “Iluminados” , que governavam as cidades. As sete cidades capitais de Rama eram descritas nos textos Hindus clássicos como “As Sete Cidades de Rishi” Segundo os manuscritos, nesses lugares, as pessoas tinham maquinas voadoras habitualmente. A antiga epopéia indiana descreve um vimana com sendo uma aeronave circular de dois andares com escotilhas e uma cúpula. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de vimanas, alguns em formato discóide e outros semelhantes a charutos ou cilindros longos. Os antigos indianos, que, por si mesmos conceberam, projetaram e fabricaram essas naves, escreveram manuais completos de vôo sobre vários tipos de vimanas, muitos dos quais ainda existem e foram até traduzidos para o Inglês. O Sâmara Sutradhara é um tratado científico que aborda todos os aspectos da construção e viagem 
dessas naves. Há 230 estrofes neste texto que lidam com a decolagem, viagem das mesmas, por milhares de quilômetros, assim como suas aterrissagens normais e forçadas – e até mesmo eventuais colisões com pássaros. Redescoberto em um templo na Índia em 1875, o Vaimanika Sastra, texto escrito por Bharadvajy; o sábio, que viveu no século IV a.C., cita textos ainda mais antigos como sua fonte. O documento trata da operação de vimanas e inclui informações sobre a pilotagem, precauções para vôos longos, proteção das aeronaves de tempestades e raios, explica como alternar a fonte de propulsão para energia solar e a uma outra que soa como antigravitacional. O Vaimanika Sastra tem oito capítulos e se vale até de diagramas para descrever três tipos diferentes de veículos aéreos, menciona também 31 peças essenciais e materiais com os quais eram construídos, que possuíam propriedades especiais, como a de absolver luz e calor. O documento foi traduzido para o inglês por Maharishi Bharadwaaja e editado, impresso e publicado por G. R. Josyer [Mysore, Índia, 1979] sob o titulo de A Aeronáutica de Vymaanidashaastra. Josyer é o diretor da Academia Internacional de Investigação de Sânscrito, sediada em Mysore. 
Nazistas na Índia e no Tibet – é patente que os vimanas eram impulsionados por algum tipo de antigravidade. Eles decolavam verticalmente e eram capazes de pairar no céu como um helicóptero moderno ou dirigível. Bharadvajy, o sábio, refere-se a não menos que 70 autoridades e 10 peritos em viagem aérea na antiguidade. Por coincidência ou não, foram os nazistas os primeiros a desenvolverem motores a jato funcionais para os seus mísseis V-2. Hitler e os demais membros da cúpula do Terceiro Reich demonstravam um interesse excepcional pela antiga Índia e o Tibet, e expedições anuais visando a coleta de informações começaram a ser para lá enviadas a partir do inicio dos anos 30, o que foi executado a cabo e a contento. Talvez daí tenham vindo as informações cientificas de que tanto necessitavam. 
De acordo com o Dronaparva a parte do Mahabarata e do Ramayama, um dos vimanas descritos tinha formato de uma esfera e voava a grande velocidade, impulsionada por um vento poderoso gerado pelo mercúrio. Dessa forma, ele se movia como um Ufo, de cima para baixo, para trás e para frente, conforme o desejo do piloto. Segundo outra fonte indiana, o Samar, os vimanas eram maquinas de ferro, compactas e lisas, com um jato de mercúrio que saia rugindo da parte de trás, na forma de uma chama” Outro trabalho chamado Samaranganasutradhara descreve como os veículos eram construídos. É possível que o mercúrio tivesse realmente algo a ver com a propulsão, ou mais provavelmente com o sistema de orientação. 
Instrumentos de navegação – Curiosamente, cientistas soviéticos encontraram o que chamaram de “ antigos instrumentos usados na navegação de veículos cósmicos” em cavernas do Turkestão e do deserto de Gobi. Tais dispositivos seriam objetos de vidro ou porcelana hemisféricos, terminando em um cone com uma gota de mercúrio dentro. Os hindus antigos, presumivelmente, devem ter voados pelos céus nesses veículos atravessando toda a Ásia chegando até a América do Sul. Um manuscrito achado em Mohenjo Dharo, no Paquistão – uma das Sete Cidades Rishi do Império Rama – e ainda indecifrado, é semelhante a um outro achado na Ilha de Páscoa, há milhares de quilômetros de distancia. Um escrito achado na Ilha de Páscoa, chamado de Rongo – Rongo, igualmente ainda indecifrado, é deveras semelhante ao de Mohenjo- Dharo 

E eis que no Tibet fala de “carruagens de fogo” como o mesmo desprendimento: “Bhima voou no seu carro, resplandecente como o Sol e alto com,o o trovão. A carruagem voadora brilhou como uma chama na noite do céu de verão e passou rápida como um cometa. Era como se dois sóis estivessem brilhando. Então a carruagem se levantou e todo o paraíso brilhou” . Da mesma forma, o Mahavira de Bhavabhuti um texto jainista – da escola heterodoxa da índia fundada no século VI a . C. – datado do oitavo século, menciona Pushpaka, uma carruagem aérea que “transporta muitas pessoas para a capital de Ayodhya. O Céu esta cheio de maquinas voadoras estupenda, escuro como a noite, mas com pontos de luz de um clarão amarelado”. 
Infelizmente, os vimanas, como a maioria das descobertas cientificas, foram usados para fins bélicos. Há documentos indianos que informam que os asvins empregaram suas maquinas voadoras denominadas vailixis, para literalmente tentar dominar o mundo. Os chamdos asvins nos escritos Hindus, eram tecnologicamente mais avançados e certamente de um temperamento mais belicoso do que os habitantes da Índia. 
Eklal Kueshan, autor de The Ultimate Frontier [A Ultima Fronteira, Stelle Group, 1978], escreveu em um artigo em 1966 que os vailixi foram desenvolvidos primeiro na Atlântida, há 20 mil ano, e que os tipos mais comuns tinham formato de disco de corte transversal, geralmente trapezoidal, com três propulsores hemisféricos visíveis do lado de baixo. Na acepção de Kueshana, “eles usavam um dispositivo de antigravidade mecânico dirigido por propulsores que desenvolviam aproximadamente 80.000 HP” . O Ramayama, o Mahabarata e outros textos falam da terrível guerra que se travou entre os Asvins e Rama, há uns 10 ou 12 mil anos, usando de armas de destruição em massa que não poderiam ser imaginadas até a segunda metade do século XX. O Livro III da Mussala Parva descreve os efeitos causados por uma daquelas tenebrosas arma, cujo “único projétil parecia carregar todo o poder do universo” 
Explosões Atômicas – A arma desconhecida era um raio fulminante e devastador mensageiro da morte, que fez erguer uma coluna incandescente de fogo de fumaça e chamas no local da explosão. “Era tão luminosa quanto mil sóis nascendo em todo seu esplendor, e reduziu as cinzas todos os membros Vrichnis e Andacas. Os corpos carbonizados ficaram irreconhecíveis. Os que se salvaram perderam os cabelos e unhas. Artefatos de cerâmica se quebraram, sem qualquer motivo, os pássaros embranqueceram. Dentro de pouco tempo, os alimentos ficaram envenenados. O raio caiu e transformou-se em pó fino”. Seria o relato da explosão de Hiroshima e Nagasaki? O mundo jamais deveria esquecer daquelas imagens. Em 6 de agosto de 1945, os norte americanos jogaram a primeira bomba atômica, matando instantaneamente 260 mil pessoas e deixando uma legião de feridos. Três dias depois, outra bomba atômica foi lançada, desta vez sobre Nagasaki, varrendo a cidade do mapa e ceifando 150 mil vidas humanas. Quem assistiu aquelas cenas dantescas certamente as têm bem gravadas na memória. Seres humanos adultos foram reduzidos ao tamanho de bonecas pelo calor incandescente. Sobreviventes sem cabelos, sem unhas, morrendo a mingua nos hospitais de campanha. Arvores e campos transformados em cinzas. O filosofo norte – americano George Satayana (1863 – 1952) certa vez falou: “Os que esquecem do passado estão condenados a repeti-lo”. Mas os acontecimentos descritos no Mahabarata e no Mussala Parva, já citados ocorreram há muitos milênios atrás, não há apenas algumas décadas. Era se as forças dos elementos tivessem sido desencadeadas. O sol girava em círculo calcinado com a brasa da arma, o mundo estremeceu de calor”. Dizem os textos. Foram atingidos elefantes que cegos de do, correram desnorteados. A água chegou a ferver, os animais morreram. O fogo fez tombar arvores, uma após outra, como um incêndio na mata. Referencias a efeitos radioativos como esses, em que se fez uso de um conjunto de armas e veículos aéreos, pululam em todos os livros épicos indianos e milhares de anos de idade. Um deles até mesmo descreve uma contenda entre os vimanas e os vailixi na Lua! Quando no ultimo século arqueólogos escavaram a cidade de Rishi, na área de Mohenjo Dharo, encontraram esqueletos espalhados nas rua, alguns deles de mãos dadas, como se alguma destruição os tivesse atingido de repente. Esses esqueletos estão entre os mais radioativos jamais encontrados, no mesmo nível em que estavam os de Hiroshima e Nagasaki, mesmo decorrido milhares de anos. Tijolos e muros de pedra literalmente vitrificados foram achados na Índia, Irlanda, França, Turquia e em outros lugares. Não há nenhuma explicação lógica para a vitrificação de fortificações de pedra e cidades inteiras, exceto a de que tivessem sido causadas por explosões atômicas. Os registros antigos dão conta também de que os vimanas eram invisíveis aos inimigos capazes de fazer uma parada total no piscar de um olho e equipados com mecanismos que poderiam ampliar e reduzir imagens, e aumentar ou diminuir sons. Tais aeronaves ainda eram capazes de escutar as conversações e sons de naves hostis e registrar coisas, pessoas, incidentes e situações que estivessem no interior de maquinas inimigas. Seus tripulantes poderiam saber, a qualquer momento, a direção de movimento de outra aeronave nas proximidades, para deixar a tripulação inimiga em estado de animação suspensa, entorpecimento mental ou perda completa de consciência . tinham elevado poder destrutivo e eram manejados por pilotos e co pilotos competentes. 

FONTE: Trecho da Revista Ufo numero 126 Matéria de David Hatcher Childress, Vimana Aeronáutica da Índia Antiga, publicada pela Editora Madras.
FONTE: TRECHO DO LIVRO DE DAVID HATCHER CHILDRESS “VIMANA” AERONAÚTICA DA ÍNDIA ANTIGA

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