segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O APOCALIPSE SEGUNDO O APOCALINK: CONTAGEM REGRESSIVA FINAL - Parte 8


Em meados da década de 1930, Hitler deu início à construção de um arsenal maior do que qualquer outro já visto até então. Construiu aviões caças e bombardeiros. Seus tanques eram mais poderosos e mais rá­pidos do que quaisquer outros feitos anteriormente. Num breve espaço de tempo ele tinha uma força militar capaz de conquistar a maior parte do mundo. Enquanto ele preparava sua máquina militar, muitos dos que ob­servavam exigiam ação. Argumentavam que, se não se armassem, sua se­gurança poderia ser colocada em perigo. Grupos liberais, naturalmente, eram contrários a essa reação. Ampliar seu arsenal, segundo estes, só vi­ria aumentar as probabilidades de guerra. Assim, deixaram de agir.
Logo que se sentiu preparado, Hitler invadiu a Polônia quase sem dar um tiro. Continuou a invadir e a conquistar países com facilidade, rompendo todos os tratados de paz nesse processo. Quando o resto do mundo estava envolvido no conflito e Hitler foi finalmente detido, 70 milhões de pessoas haviam morrido.
A segunda metade dos sete anos da Grande Tribulação fará a pri­meira e a segunda guerra se assemelharem a um espetáculo secundário. Os protagonistas principais estão se armando até os dentes preparando-se para essa conflagração final. O palco está pronto. É apenas uma ques­tão de tempo.
Em Ezequiel 38 e 39 lemos que "um grande poder do norte" atacará Jerusalém. Se verificarmos no mapa, veremos que "o grande poder" ao norte da Palestina é a Rússia. Muitos estudiosos acreditam que a Rússia e uma aliança de nações muçulmanas se unirão para efetuar esse ataque. Isso acontecerá aproximadamente em meados da Grande Tribulação. Vi­rá como uma surpresa total para Israel que, a essa época, estará atraves­sando um período de paz. Pois consta que o Anticristo intermediará um tratado de paz entre Israel e seus vizinhos árabes, garantindo proteção a Israel (Daniel 7:27). Isso marcará o início dos sete anos da Tribulação.
Devido ao fato de Israel não estar esperando uma invasão, haverá uma espécie de falsa paz durante as etapas iniciais dos sete anos. Mas em determinado momento, o "grande poder do norte" juntamente com o "rei do sul", desfechará um ataque surpresa. Dessa maneira, apanharão a todos de surpresa e a incursão deles será vitoriosa. Contudo, segundo Ezequiel, Deus destruirá esses exércitos nas colinas ao norte de Jerusalém. Mas não antes de Jerusalém ter sido saqueada e dois terços dos ha­bitantes terem sido chacinados. O terço restante dos habitantes fugirá para o deserto. Mas quando esses exércitos se retirarem para as colinas ao norte de Jerusalém, serão inteiramente desbaratados (provavelmente pe­lo Anticristo e sua coalizão ocidental). O tratado de paz que havia sido promovido pelo Anticristo terá sido rompido. A essa altura, o Anticristo terá sido ressuscitado dentre os mortos e terá recebido plenos poderes de Satanás. Com a derrota do exército russo e muçulmano, o Anticris­to, apoiado pelo poder militar do Ocidente, se deslocará para preencher o vácuo de poder que existe no Oriente Médio. Ele estabelecerá sua ba­se de atividades em Jerusalém, onde o templo terá sido reconstruído, de acordo com a profecia. O Anticristo, então, cumprirá outra profecia en­trando no templo e identificando-se como o verdadeiro Messias, exigin­do que o adorem e pronunciando blasfêmias contra o Deus do Céu.

Proferirá insultos contra o Altíssimo, e porá à prova os santos do Altíssimo; ele tentará mudar os tempos e a lei.
Daniel 7:25

O rei agirá a seu bel-prazer, exaltando-se e engrandecendo-se aci­ma de todos os deuses. Ele proferirá coisas incríveis contra o Deus dos deuses.
Daniel 11:36

No Novo Testamento, Paulo corrobora as palavras de Daniel:

Ele se oporá e se levantará contra tudo que se chama Deus ou é ob­jeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, osten­tando-se como se fosse o próprio Deus.
O aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com to­do poder, e sinais, e prodígios da mentira.
2 Tessalonicenses 2:4, 9

Enquanto isso está acontecendo, os "Reis do Oriente" decidem en­trar em ação. Essa é a primeira referencia aos povos da Ásia e do Extre­mo Oriente na Bíblia, contudo dizem-nos que um exército de 200 milhões massacrará um terço da população do mundo à medida que vai abrindo uma ampla área em sua investida contra o Ocidente.
Com exceção dessas sequências imaginárias de acontecimentos do fim dos tempos, a Bíblia, anteriormente, nunca fez referência a quaisquer grandes potências, seja do norte ou do Extremo Oriente. Foi só em anos recentes que a Rússia e a China tornaram-se superpotências com armas e arsenais nucleares capazes de infligir destruição em massa. Mais uma vez nos admiramos da exatidão da profecia à medida que vemos esses atores alinhando-se para cumprir seu destino.
O rio Eufrates sempre foi a linha divisória entre o Oriente Médio e a China e o Extremo Oriente. Diz a Escritura que as águas desse grande rio serão escoadas para preparar o caminho para esse exército de 200 mi­lhões de homens. O Eufrates tem 2.700 quilômetros de extensão. O imenso exército continuará a se deslocar em direção ao sudoeste, tendo a Palestina como destino. O conflito com o Anticristo e seus aliados oci­dentais será inevitável.
 

A sêca do Rio Eufrates: Mais uma profecia apocaliptica se cumprindo! 

 O Eufrates está secando. Um dos mais importantes mananciais de água da história, às suas margens desenvolveu-se a civilização mesopotâmica: os sumérios, a outrora grande e poderosa Babilônia, depois os assírios, com sua Nínive, e depois os medos, os persas e outros povos viveram na região e usufruíram da riqueza que provinha do rio. O Eufrates é citado na Bíblia como sendo um dos quatro cursos d’água que irrigavam o Jardim do Éden (os outros eram o seu irmão gêmeo Tigre, e os hoje desaparecidos Pisom e Giom, conforme Gênesis 2:10-14).
Mas , estrangulado pelas políticas de água dos vizinhos do Iraque, a Turquia e a Síria, após anos de seca e uso inadequado, o rio está significativamente menor. Autoridades temem que ele em breve seja a metade do que era.(Leia o restante da reportagem clicando aqui: O Rio Eufrates está secando )
O Anticristo receberá sua autoridade de uma confederação de dez nações. A maioria dos especialistas em profecias de "fim dos tempos" acredita que essa confederação será composta dos fragmentos do redivi­vo Império Romano. Uma vez que os Estados Unidos são, em grande par­te, constituídos de povos europeus que descendem do velho Império Romano, é possível e provável que venham a integrar uma aliança mili­tar com a Europa e outras nações ocidentais.
A União Européia está se transformando rapidamente no bloco de poder financeiro mais poderoso do mundo. Para a União Européia, os Estados Unidos e todas as outras potências mundiais, o petróleo é es­sencial para manter as engrenagens da indústria em funcionamento. Qualquer coisa que possa interferir com o fornecimento do petróleo ou ameaçá-lo é um problema que terá de ser solucionado.
Foi essa a razão que levou os americanos, juntamente com todos os outros países aliados, a participar tão rapidamente da Guerra do Golfo em 1991. Nas palavras de um crítico: "Se o Kuwait produzisse cenouras, os iraquianos ainda estariam lá."
O mundo está se alinhando em quatro blocos principais de poder. De um lado, temos o povo russo, que politicamente é chegado a outro grande bloco de poder, os árabes. Ambos têm uma coisa em comum: não gostam do Ocidente e desconfiam dele e especialmente dos Estados Uni­dos. Sempre que ocorre um incidente internacional, os russos quase sem­pre tomam o partido dos países árabes e vice-versa.
Econômica e politicamente, também é vantajoso para os russos alia­rem-se aos seus vizinhos muçulmanos, ricos em petrodólares, uma vez que a economia daqueles não é forte. Em troca de dinheiro e petróleo, os russos fornecem equipamento bélico e conhecimento técnico.
Tanto americanos quanto russos têm grandes frotas de submarinos nucleares armados, com aproximadamente 200 ogivas nucleares cada um, capazes de destruir milhares de cidades e milhões de vidas. E esses mísseis podem alcançar seus alvos em questão de minutos.
A China, agora, tem a capacidade de atingir alvos no Ocidente. A ín­dia e o Paquistão tornaram-se recentemente potências nucleares e têm feito ameaças de guerra um ao outro. A Índia já tem uma população que excede um bilhão. A China, com uma população estimada em um bilhão e duzentos milhões, vem cultivando ligações mais estreitas com seus ou­tros vizinhos asiáticos. A ameaça dos "Reis do Oriente" pode ser uma confederação dessas nações, com o petróleo do Oriente Médio tornando-se seu foco principal. Esse é o terceiro grande bloco de poder. A Rússia e os países árabes são os outros dois.
E há o Ocidente: os Estados Unidos e seus aliados. Depois dos Es­tados Unidos, a Europa vem em segundo lugar, em termos mundiais, co­mo potência econômica e militar.
São esses, portanto, os quatro principais blocos de poder.
Seguindo as Escrituras, Deus reunirá todos os exércitos do mundo para uma batalha nessa área do Oriente Médio. O Vale de Megido situa­do ao norte de Israel forma uma espécie de istmo entre três continentes. Durante os últimos três anos e meio dessa época de infortúnio, muitos morrerão em consequência de outros conflitos, de doenças e por causa do colapso geral que ocorrerá na sociedade. Mas é no Armagedom que o último botão será comprimido para levar o mundo às convulsões da des­truição.
É sensato pressupor que uma força militar gigantesca se formará no Oriente Médio para enfrentar a ameaça representada pelo exército de 200 milhões que virá do Oriente. Essa confrontação só poderá ter um desfe­cho: guerra total.
Em 1.410 a.C., escrevendo sobre esse dia, Zacarias profetizou:
Eis que vem o dia do Senhor, em que eu juntarei todas as nações contra Jerusalém para o combate ... então sairá o Senhor e lutará contra essas nações.
Zacarias 14:1-3

No capítulo anterior, para tentar transmitir uma compreensão das vi­sões que João teve e das palavras que ouviu, citei algumas das descrições empregadas por ele. Ele falou de uma visão que poderia ser descritiva de aeronaves militares. Estas tinham "couraças como couraças de ferro e o ba­rulho de suas asas era como o estrondo de muitos cavalos e de carros quan­do correm ao combate... e de suas bocas saía fogo, fumaça e enxofre. A terça parte da humanidade foi morta por esses três flagelos: pelo fogo, pela fuma­ça e pelo enxofre..." Também fizemos referência à "Amargura" que será derramada em um terço da água potável do mundo, poluindo-a e levan­do à morte quem dela beber. Isso poderia ser guerra biológica? Ou po­deria ser o resultado de precipitação radioativa?
A citação acima nos diz que um terço da população do mundo será morta pelo que João chama de três flagelos: de fogo, fumaça e enxofre. Estou convencido de que ele está descrevendo três ataques nucleares. O primeiro ataque será quando os russos, juntamente com seus camaradas muçulmanos, são destruídos nas montanhas ao norte de Israel pelo An­ticristo e sua poderosa aliança ocidental.
O segundo ataque resultará das ogivas nucleares utilizadas pelo imenso exército do Oriente à medida que vai massacrando tudo que se encontre em seu caminho rumo ao Oriente Médio. O terceiro e último ataque nuclear será o sétimo e o último dos castigos dos Selos, das Trom­betas e das Taças.
Ao término dos sete anos da Grande Tribulação, o imenso exército do Oriente terá chegado ao Vale do Megido. Nesse local ele defrontará a poderosa aliança militar do Ocidente, liderada pelo Anticristo. Haverá um impasse.
João descreve o que acontecerá:

Eles os reuniram então no lugar que, em hebraico, se chama Armagedom.
Houve então relâmpagos, vozes e trovões e um forte terremoto; um terremoto tão violento como nunca houve desde que o homem apareceu sobre a Terra.
E a grande cidade se dividiu em três partes, e as cidades das na­ções caíram.
Apocalipse 16:16,18,19

Depois que esses imensos exércitos estiverem reunidos, haverá um impasse. Então alguém comprimirá um botão para acionar o primeiro míssil nuclear. Isso dará início a uma reação em cadeia impossível de ser detida. Todos os submarinos de ambos os lados lançarão suas armas mor­tíferas. Mísseis de bases terrestres em todas as partes do mundo serão au­tomaticamente lançados. Centenas e milhares de mísseis passarão uns pelos outros no ar. Daí a descrição de João:
Relâmpagos... exatamente como as imagens que vemos na televisão enquanto observamos mísseis e obuses ser disparados na escuridão da noite;
Vozes... o som de explosões distantes à medida que as bombas atin­gem seus alvos;
Trovões... causados pelo disparo inicial das armas e seu impacto quando atingem algo;
E um grande terremoto... as palavras "ataque nuclear" e "explosão" não faziam parte do vocabulário de João. Assim, quando ele viu os mís­seis acertarem o alvo, só conseguia descrever isso como um "grande ter­remoto".E que  segundo dizem o ''Big One'', o maior terremoto da história acontecerá nesta época.
E caíram as cidades das nações... assim como Hiroshi ma e Nagasaki caíram há mais de 50 anos. Há apenas uma coisa que consegue fazer to­das as cidades das nações caírem ao mesmo tempo. João está descreven­do um ataque nuclear. A história do mundo é a história da guerra.
Na Bíblia está dito que todas as guerras e fomes e a morte e a doen­ça são causadas pelo demônio e por Satanás (Hebreus 2:14). É a media­ção de espíritos malignos agindo por meio das pessoas e por meio das catástrofes físicas que causa morte e destruição. Ainda que o homem pareça ser a causa da guerra e o seu criador, o poder de fato está com as influências espirituais invisíveis que manipulam situações e são verdadeiramente responsáveis.
Uma descrição adicional desse holocausto, que acredito ser um ata­que nuclear, é dada no capítulo 16 do Apocalipse:

Do céu desabaram sobre os homens pedras enormes de granizo que pesavam cerca de quarenta quilos. E os homens blasfemaram contra Iahweh por causa da praga de granizo, porquanto o seu fla­gelo era sobremodo grande.
Apocalipse 16:21
Na história houve casos de pancadas de pedras de granizo muito grandes, mas não creio que tenha sido isso que João viu. Em primeiro lu­gar, essas "pedras de granizo" foram descritas como tendo o peso apro­ximado de mais de 40 quilos. A seguir, o granizo caiu sobre "todos" os homens, deduzindo-se daí que caiu sobre todas as pessoas no mundo in­teiro ao mesmo tempo. Granizo comum não cairia em todo o mundo si­multaneamente. Mas mísseis poderiam cair. Principalmente quando um lado dos beligerantes pressiona o botão e automaticamente força o outro lado a fazer o mesmo. Em terceiro lugar, a passagem diz que os homens blasfemaram contra Iahweh porque o flagelo era grande. Ora, não consi­go conceber a humanidade blasfemando contra Deus por causa de uma pancada de granizo, não importa o tamanho das pedras. Mas aqui João descreve o efeito dessa pancada como um "flagelo". Isso está de acordo com outra passagem já citada:

"Um terço da humanidade foi morta por esses três flagelos: pelo fogo, pela fumaça e pelo enxofre..."
Apocalipse 9:18

Acredito que João tenha visto todos esses mísseis e ogivas nucleares caindo do céu e explodindo. De maneira que todas as cidades das nações caíram e os homens blasfemaram contra Iahweh por causa desse flagelo abrasador. João não podia fazer outra coisa senão empregar palavras que lhe eram familiares, de modo que ele fala de grandes objetos que caem do céu e produzem um flagelo. Ele chama esses objetos de "granizo". Mas creio que ele estava realmente vendo uma chuva de mísseis e ogivas nucleares. Es­se é o terceiro e último flagelo de fogo, fumaça e enxofre. É o Armagedom.
O profeta Zacarias nos dá uma profecia arrepiante relacionada com essa batalha e as nações nela envolvidas:

Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: a sua carne apodrecerá estando eles ainda de pé; seus olhos apodrecerão em suas órbitas; e sua língua apodrecerá em sua boca.
Zacarias 14:12

Quando as bombas atômicas caíram sobre Hiroshima e Nagasaki em 1945, foi tal a força das explosões que o fogo espalhou-se sobre uma área de 48 quilômetros em milissegundos. As pessoas que se encontravam dentro daquele raio foram torradas, volatizaram-se antes de fazer qual­quer movimento. É isso que ocorre numa explosão nuclear. E a profecia acima, escrita há mais de 400 anos antes do nascimento do Messias, diz que "a sua carne apodrecerá estando eles ainda de pé, seus olhos apo­drecerão dentro das órbitas e a língua apodrecerá dentro da boca". Evi­dência adicional de que a batalha do Armagedom será um holocausto nuclear global.
O Messias voltará para terminar a batalha e estabelecer seu reino na Terra por mil anos.
Dessa vez, ele não entrará em Jerusalém no dorso de um jumento, mas num cavalo branco, como um líder militar, e vai impor vingança contra seus inimigos e inimigos de Deus:
Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça. E seguiam-no os exércitos que há no céu, montando cavalos bran­cos, com vestiduras de linho finíssimo, branco e puro. Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.
Apocalipse 19:11,14,16

O Messias sairá para dar combate à Besta e ao Falso Profeta. Esses dois serão capturados e atirados vivos dentro do lago de enxofre arden­te. Todos os pássaros carnívoros serão então chamados para devorar aqueles que foram mortos, e os pássaros se fartarão da carne deles. A se­guir, o dragão, a velha serpente, que é o diabo, ou Satanás, será atado e atirado no Abismo por mil anos. Ao final desse período de mil anos, Sa­tanás deverá ser solto por um breve período.
Quando o Messias descer no Monte das Oliveiras, a montanha se ra­chará em duas partes. Metade se deslocará rumo ao norte e a outra meta­de em direção ao sul. Água fresca jorrará de sob a montanha e fluirá metade para o mar oriental e metade para o ocidental. (Zacarias 14:4, 8) E então Je­sus começará a estabelecer o seu reino. E assim veremos o cumprimento da oração profética que passou a ser conhecida como "Pai-nosso":

Venha a nós o vosso reino, Seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no Céu.

Aqueles que forem martirizados por causa de sua fé durante a Gran­de Tribulação, serão ressuscitados para reinar com Cristo por mil anos. Serão necessários sete meses para queimar as armas que restarem depois do holocausto final, mas começará então um reino de paz, o tempo do Pa­raíso Reconquistado.

2 comentários:

  1. Muito clara sua visão, principalmente sobre o armagedon ( as profecias de zacarias ), quando eu acabar de ler a série voltarei a ler de novo.
    Obrigado.

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  2. ótima esta serie aborta um dos melhores temas o Apocalipse

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