quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O APOCALIPSE SEGUNDO O APOCALINK: : PARTE FINAL

Existe um universo paralelo que é habitado por formas de vida inteli­gentes. Esses seres parecem-se conosco e têm personalidades e corpos semelhantes aos nossos. Mas não são seres humanos de carne e osso co­mo nós. Antes, sua natureza é espiritual. Depois que o Messias ressusci­tou dentre os mortos, por meio desse poder espiritual, ele viajou através do espaço para residir na casa do seu Pai. A Escritura também nos fala de uma cidade, cujo arquiteto e construtor é Iahweh, e que se localiza nos céus. É nesse local que o Messias senta-se à direita do Pai, aguardando a hora em que virá novamente para reunir o seu povo.
O trono do Pai é rodeado de 24 outros tronos nos quais sentam-se 24 Anciãos. Pouco sabemos sobre esses seres. Incontáveis milhões de se­res sobrenaturais, anjos, também residem nessa habitação celestial para servir a Iahweh. Esses mensageiros são, na maioria das vezes, invisíveis para nós, humanos, mas estão constantemente trabalhando em benefício daqueles de nós que serão herdeiros das promessas de Deus.
Na culminação dos eventos profetizados no Apocalipse, depois da Grande Tribulação e depois do reinado de mil anos do Messias, haverá um Novo Céu e uma Nova Terra. Pragas e toda morte e pecado serão abolidos para sempre. O Paraíso de Deus será a nova morada do homem. Sobre essa nova terra descerá do céu uma cidade santa, a Nova Jerusalém. As três dimensões dessa cidade terão igual extensão, o que nos leva a acreditar que essa futura metrópole terá forma piramidal. É a Pirâmide do Apocalipse.
Um dos apelidos de Satanás é "o impostor". Sua natureza compele-o a imitar e a tentar duplicar tudo que o Deus Verdadeiro faz. Mas en­quanto Iahweh é o Deus da Verdade, Satanás é o pai das mentiras. Portanto, sua versão da verdade sempre traz o medo e a servidão como resultado último. Nos sete anos da Grande Tribulação, o mundo acolhe­rá pressurosamente o falso messias, o homem disfarçado de Cristo en­viado por Satanás.
Visto que Lúcifer e seu bando de anjos malignos caídos, original­mente tinham sua morada com Iahweh, entre os corpos celestes, eles es­tão familiarizados com esse meio ambiente. Como Lúcifer foi o mais altamente sublime de todos os seres espirituais criados, não é insensato supor que a Grande Pirâmide foi construída por ele e seus lacaios, os Nephilim, como uma imagem espelhada da cidade celestial e monumen­to à própria arrogância deles.
Embora o Messias tenha ascendido à casa do Pai para preparar-nos um lugar, e embora aqueles que n’Ele acreditam sejam levados a essa mo­rada durante o Arrebatamento, é importante lembrar que este não é o nosso destino último, porquanto iremos para o céu com o Messias por breve espaço de tempo, sete anos mais ou menos, enquanto os acontecimentos terríveis do Apocalipse se desenrolam aqui na Terra. Depois do Armagedom voltaremos à Terra para servir ao Messias durante seu reino de mil anos. Depois disso, a Terra e todos os elementos serão consumi­dos pelo fogo e uma nova terra e novo céu serão criados. Essa terra, e não o céu, será o nosso lugar definitivo de repouso. Nesse Paraíso de Deus, desfrutaremos da vida eterna com o Messias, e Iahweh virá com Sua Fa­mília habitar entre nós. Então Ele será nosso Deus e nós seremos Seus fi­lhos, e não mais haverá dor nem luto nem clamor, pois as coisas antigas terão desaparecido (Apocalipse 21:3,4).

A MAIOR HISTÓRIA DE TODOS OS TEMPOS

Refletimos sobre as dimensões espirituais de Iahweh e sua hoste an­gelical de um lado, e de Satanás e seu séquito de outro. Esse reino espiritual é, geralmente, oculto às pessoas comuns. Nos Evangelhos, os relatos das palavras e obras do Messias são registrados nos mínimos de­talhes. Mas essas palavras são amplamente negligenciadas e pouco estu­dadas pelo mundo atual. A maior parte do Evangelho de João está mais envolvida com os pensamentos e ideias do Messias do que com aonde ele foi em determinada ocasião e o que fez lá. Eu gostaria de realçar al­gumas dessas expressões e de refletir sobre suas profundas implicações, lembrando que ele não era um homem comum, mas um emissário en­viado por Iahweh.
A abertura do Evangelho de João é um exemplo belo e poético de obra literária.

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por intermédio d’Ele, e, sem Ele, na­da do que foi feito, se fez.
A vida estava n’Ele e a vida era a luz dos homens.
A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.
Houve um homem enviado por Deus, cujo nome era João.
Este veio como testemunha para que testificasse a respeito da luz, a fim de todos virem a crer por intermédio dele.
Ele não era a luz, mas veio para que testificasse da luz.
A verdadeira luz, que, vinda ao mundo, ilumina a todo homem.
O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio d’Ele, mas o mundo não O conheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não O receberam.
Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem fei­tos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no Seu nome.
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de ver­dade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.
Evangelho de João 1:1-14

É por intermédio do Verbo que Iahweh torna-se conhecido dos ho­mens, e foi Seu Filho, o Messias, que O revelou por meio de Suas pala­vras e Suas obras.
João Batista é mencionado nessa passagem. Ele era um primo em primeiro grau do Messias. Num sermão paralelo em Lucas 3, ele faz uma afirmação que tem relevância para o nosso estudo das profecias do fim dos tempos.

Disse João a todos: "Eu, na verdade, vos batizo com água, mas vem o que é mais poderoso do que eu, do qual não sou digno de desa­tar-lhe as correias das sandálias. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo."
Lucas 3:16

Aqui ocorrem dois batismos: um com água e outro com fogo - o Es­pírito Santo. Muitas igrejas cristãs colocam grande ênfase no primeiro. Na Igreja Católica, o batismo com água é essencial para que a criança salve-se do fogo eterno do inferno, se morrer prematuramente. Em algumas igrejas cristãs evangélicas, o batismo por imersão total é empregado quan­do adultos ou adolescentes aceitam Jesus como seu Senhor. Mas muitas das igrejas das principais denominações negligenciam o batismo com fo­go mencionado por João Batista. Trata-se de um batismo espiritual que só se tornou conhecido depois que o Messias ressuscitou dentre os mor­tos e subiu aos céus. No dia de Pentecostes, o Espírito Santo desceu so­bre os 12 Apóstolos. Línguas de fogo assentaram-se neles e eles falaram línguas desconhecidas pela primeira vez à medida que o espírito os preenchia.
No capítulo 3 de João, o Messias instrui uma das autoridades judai­cas acerca desse batismo espiritual. Esse homem só podia visitar o Mes­sias sob o manto da noite, pois se tivesse sido descoberto que ele estava colaborando com Jesus, ele teria sido expulso pelos outros membros da hierarquia dos líderes judaicos.

Havia ente os fariseus um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.
Este, de noite, foi ter com Jesus e lhe disse: "Rabi, sabemos que és mestre vindo da parte de Deus. Porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele. A isto, respondeu Jesus: "Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nasce de novo não pode ver o reino de Deus." Perguntou-lhe Nicodemos: "Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer se­gunda vez?"
Respondeu Jesus: "Em verdade, em verdade te digo: Quem não nas­cer da água e do espírito não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: 'Importa-vos nascer de novo.' O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai. Assim é todo o que é nascido do espírito."
João 3:1-8

A palavra grega traduzida por "nascido de novo" aqui, é anothen, que significa literalmente "nascido do alto". Isso se refere ao renascimen­to espiritual, que equipara-se a batismo com fogo. Esse batismo com fo­go substitui o batismo com água, pois derramar água sobre a cabeça de uma pessoa não produz necessariamente uma mudança em seu coração. Mais à frente, nesse mesmo capítulo, o Messias descreve o que temos de fazer para ocasionar esse renascimento espiritual e ganhar acesso ao rei­no de Deus. O versículo seguinte é, provavelmente, o mais conhecido de toda a Bíblia:

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigénito, para que todo o que n’Ele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.
João 3:16

Essa promessa simples é reiterada muitas vezes pelo Messias.

Em verdade, em verdade vos digo. Quem ouve a minha palavra e crê n’Aquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juí­zo, mas passou da morte para a vida.
João 5:24

Não importa o que uma pessoa tenha feito no passado ou se essa pessoa pertença a algum credo particular ou a nenhum. Essa promessa é para qualquer um que dela queira aproveitar e é incondicional. Para aqueles que aceitarem a palavra do Messias e nela crerem, todas as bên­çãos futuras de Iahweh serão suas, e eles terão seu lugar na futura Cida­de Santa, a Nova Jerusalém. Mas para aqueles que não aceitarem a Sua Palavra e recusarem a Sua oferta de vida eterna, um futuro sinistro os es­pera. Ao final do Evangelho de Marcos, há o registro de uma conversa que o Messias teve com 11 dos Apóstolos. Isso ocorreu depois de Sua morte e ressurreição, mas antes da Ascensão.
Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado.
E disse-lhes: "Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.
Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.
Evangelho de Marcos 16:14-16

Na Versão Autorizada da Bíblia do Rei James a palavra condenado foi traduzida por "danado" (amaldiçoado). Essa advertência do Messias não poderia ser mais clara. Quem crer, será salvo. Quem não crer será con­denado.
Provavelmente, é lícito dizer que muitas pessoas no mundo ainda têm de ser convencidas de que o Messias está certo. Sou de opinião que seria prudente da parte dessas pessoas ler as Escrituras, começando pe­lo Evangelho de Mateus. Leiam apenas o que está escrito e ouçam as pa­lavras. Comecem pelo capítulo 1 e leiam até o final do Novo Testamento. Quem o fizer, ficará surpreso com o que aprenderá e com o que desconhecia, pois muitos de nós temos pouca ou nenhuma instrução nisso, a maior de todas as obras literárias. Não admira que as pessoas sejam de­sesperançadas, porquanto em Provérbios 29:18 está escrito:

"Não havendo profecia, o povo se corrompe."

Na passagem que se segue, o Messias fala de si mesmo como o "pão da vida".
E, tendo-o encontrado no outro lado do mar, lhe perguntaram: "Mestre, quando chegaste aqui?"
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo. Vós me procurais não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes.
Trabalhai não pela comida que perece, mas pela que subsiste pa­ra a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará. Porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo."
Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: "Que faremos para reali­zar as obras de Deus?"
Respondeu-lhes Jesus: "A obra de Deus é esta: que creiais naque­le que por Ele foi enviado."
Então, lhe disseram eles: "Que sinal fazes para que o vejamos e creiamos em ti? Quais são os teus feitos? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: 'Deu-lhes a comer pão do céu.'"
Replicou-lhes Jesus: "Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; o verdadeiro pão do céu é meu Pai Quem vos dá. Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo."
Então lhe disseram: "Senhor, dá-nos sempre desse pão."
Declarou-lhes, pois, Jesus: "Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome, e o que crê em mim jamais terá sede. Porém, eu já vos disse que, embora me tenhais visto, não credes. Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim, e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.
Porque eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, e sim a vontade d’Aquele que me enviou.
E a vontade de Quem me enviou é esta: que nenhum Eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, Eu o ressuscitarei no último dia.
De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e n’Ele crer tenha a vida eterna, e Eu o ressuscitarei no último dia."
João 6:25-40

Tudo que é exigido para compartilharmos desse Pão da Vida é acre­ditar. E tudo que é exigido para aproveitarmos o Rio da Vida é acreditar. A obra do agrado de Deus é acreditarmos no Messias que Ele enviou. Na ortodoxia religiosa, com frequência, regras e regulamentos e tradições e doutrinas e dogmas humanos têm de ser observados na causa da salva­ção. Mas com o Messias, tudo é simples: Acredite e receberás a dádiva da vida eterna. Essa promessa nos vem sendo oferecida há dois mil anos, mas a maioria dos nossos líderes religiosos tem nos conduzido na dire­ção oposta: para longe da luz e rumo à escuridão.

Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: "Gra­ças te dou, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque ocultastes es­tas coisas dos sábios e instruídos e as revelastes aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.
Tudo me foi entregue por Meu Pai. Ninguém sabe quem é o Filho, senão o Pai, e ninguém sabe quem é o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelar."
E, voltando-se para os seus discípulos, disse-lhes particularmen­te: "Bem-aventurados os olhos que veem as coisas que vós vedes. Pois eu vos afirmo que muitos profetas e reis quiseram ver o que vedes, e não viram; e ouvir o que ouvis, e não ouviram."
Lucas 10:21-24

Aqueles que crêem no Messias serão incluídos no Arrebatamento, o próximo grande acontecimento, o qual introduzirá os sete anos da Gran­de Tribulação. Muitos daqueles que conhecemos - membros da família, amigos, conhecidos - terão de permanecer na Terra e suportar o turbilhão durante o período que conduzirá à Batalha do Armagedom. Durante es­se período, muitos se voltarão para o Messias e n’Ele depositarão sua con­fiança. Entrementes, o Anticristo exigirá total sujeição, e aqueles que resistirem à sua autoridade e se recusarem a aceitar a sua marca serão perseguidos e mortos. Portanto, muitos crentes morrerão nesses tempos.
Mas, por ora, podemos aguardar ansiosamente a assembleia ou o Arrebatamento dos santos; aqueles de nós que crêem no Messias:

"As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.
Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arran­cará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tu­do; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar."
O Messias, segundo citação de João 10:27-29

Aproximamo-nos dos capítulos finais de A Maior História de Todos os Tempos. As profecias dos "últimos dias" ou de "final dos tempos" co­meçam a ser cumpridas. Este planeta está sendo impelido rumo à beira do abismo. O mundo será lançado num turbilhão terrível antes de re­nascer como Paraíso Reconquistado. É uma bomba-relógio cujo pavio já foi aceso há bastante tempo. O tropel dos Quatro Cavaleiros do Apoca­lipse pode ser ouvido claramente por todos aqueles que têm ouvidos pa­ra ouvir. Nesse meio-tempo, aqueles de nós que escolherem depositar a confiança no Messias podem confortar-se uns aos outros na certeza de que seremos recolhidos desta esfera antes de o holocausto começar. Nis­to, seremos verdadeiramente abençoados.

Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as pala­vras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo es­tá próximo.
Apocalipse 1:3

Para encerrar, eu gostaria de apresentar um poema. Um poema que levará o leitor numa viagem através das profecias do Apocalipse. Que lhe fará uma advertência arrepiante da ira que virá, mas que também falará da riqueza da benignidade acessível a todos que escolherem aceitá-la. . Não sou poeta. Contudo, depois de colocar no papel o primeiro versículo, o resto pareceu fluir naturalmente. Até onde vai meu conhecimento, o poema é fiel ao texto bíblico. Para finalidades de refe­rência, incluímos notas ao final dos versículos. Uma vez que esses acon­tecimentos estão ainda no futuro, presumo que este seja um poema profético. Deus esteja convosco.

O Apocalipse

I

Na ilha de Patmos
Numa prece no Dia do Senhor
Levou-me o Espírito céleremente
A uma era bem longínqua.

II

Em visões, mostrou-me ele coisas
Que homem algum pode ver
Dias que virão no futuro
Coisas que realmente acontecerão.

III

Esse dia, de nós está bem próximo
Acho que já posso dizer
Esteja preparado ou fique avisado
O Pecado do Homem a Terra pagará.


IV

A igreja arrebatada vai introduzir
Um tempo até então desconhecido
O homem do pecado vai assumir o controle
E o mundo o seguirá.

V

Com palavras sutis
E escamoteações mil
E mentiras que ludibriarão
Em suas frontes a marca
Que os leva ao túmulo.

VI

Os santos todos
Nesse dia persistirão em
Sua Palavra defender
O sangue deles jorrará
Ela beberá até fartar-se
Mas no fim será revelada.

VII

Pois eles serão recompensados
Aqueles que se dobram, mas não quebram
Para beijar o anel do filho de Satã
Mas confiam no homônimo de Deus.

VIII

Sangue e fogo e fome
Nuvens negras e daninhas também
A morte espreitará os vivos
A peste consumirá as pessoas.
O Anticristo dominará o mundo
Sua vontade fará o joelho dobrar
Seu sacerdote que está assentado nas colinas
Cegará os olhos deles para que não vejam.

IX

O Anticristo dominará o mundo
Sua vontade fará o joelho dobrar
Seu sacerdote que está assentado nas colinas
Cegará os olhos deles para que não vejam

X

As multidões que se aglomeram no globo
Em tumulto sempre estarão
Os mares rugirão
A Besta voará à grande altura
E devorará os cativos e os emancipados.


XI

A fumaça negra do tormento
Nunca se extinguirá Para os que aceitarem a marca
O verme da morte Seguirá sempre comendo
Na bílis da morte túmulo tão frio.

XII
Eternamente ranger os dentes e lastimar-se
Porque preferiram a mentira
E não deram ouvidos ao Filho do Senhor
Que deu sua alma para morrer.

XIII

Para que fôssemos perdoados
Que confiamos na Palavra
Escolhidos desde o começo
Para ser a recompensa de nosso Deus.

XIV

Seus primeiros frutos dos mortos somos nós
Que ouvimos o Seu chamado
Sua voz nossos ouvidos lembraram
Predestinados muito além da Queda
A andar em paz junto a águas serenas
No Paraíso para nossos corações preencher
Com prazeres gloriosos e com emoção
Que olhos nunca viram nem ouviram
Com Jesus Cristo, o Pastor de Nosso Senhor.

XV

Alguns mártires naquele dia tombarão
Os santos com paciência terão de suportar
Que lutam contra o manto mortal
Dos lacaios de Satã, fedor, abjeto, imundo
Que os perseguem e matam os livres
Recusem a marca, não dobrem os joelhos
Pois ao final verão a luz
Do abundante amor e graça de Deus
E riquezas colherão e deleites conhecerão
E verão face a face o seu Salvador.

XVI

O tempo está próximo
Os anjos aguardam
A hora de pôr à prova a foice
Para recolher a safra de nosso Deus
Para separar o que é bom
E deixar o resto
Queimar na cova rasa da vida
No calor terrível e ardente
O resto do joio do Diabo
A prova da derrota do pecado.

XVII

Acautelai-vos, desdenhosos, e ficai alerta
Pois logo o Arrebatamento ocorrerá
Para arrebanhar a minoria fiel
Que ouviu a Sua voz, que renasceu
Aqueles que escaparão à ira do temível dia
Que viverão para sempre. Aguardai e orai.
Ainda assim, vinde logo, Senhor Jesus.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Por favor, note que os comentários são moderados e que todos
os spams, insultos, proselitismo e discursos de ódio serão removidos.