sábado, 8 de outubro de 2011

O APOCALIPSE SEGUNDO O APOCALINK: O PORTAL DO ABISMO - Parte 7


Quando o quinto anjo toca a trombeta em Apocalipse 9, defrontamos com uma imagem assustadora. Uma "estrela" recebe a chave do Abismo. Estrela é outro nome de um anjo de Deus. Essa entidade é o car­cereiro do Abismo. Do poço do Abismo sobe fumaça e da fumaça saem gafanhotos que têm o poder de torturar pessoas, mas não de matar.

E o seu tormento era como tormento do escorpião quando ele fe­re alguém.
Naqueles dias, os homens buscarão a morte e não a acharão; tam­bém terão ardente desejo de morrer, mas a morte fugirá deles.
Apocalipse 9:5, 6

O rei dos "gafanhotos" que sai do Abismo chama-se Apoliom. Ante­riormente, nestas páginas, já falamos sobre ele. Mais à frente, voltaremos a ele para acrescentar mais informações relativas à suas atividades du­rante o Apocalipse.
Creio que as descrições dadas nesta seção com referência aos "gafa­nhotos" têm um duplo objetivo. Primeiramente, elas falam das forças so­brenaturais agindo por trás dos bastidores e, em segundo lugar, mostram as realidades físicas da guerra em toda rudeza, tal como a experimenta­mos na Terra.
Mas os espíritos malignos que sairão do Abismo são reais, demô­nios de verdade. E quando forem soltos, durante a Grande Tribulação, causarão grande devastação entre as pessoas descrentes do mundo. No Capítulo 9 do Apocalipse, fala-se de um exército colossal de 200 milhões que virá do Oriente. Esse exército dizimará um terço da população do mundo à medida que caminha para o Ocidente rumo ao Oriente Médio. João teve uma visão há quase dois mil anos e teve de descrever o que viu em termos de sua experiência. O que ele descreveu seria na verdade uma guerra high-tech do século 21?

Assim, nesta visão, contemplei que os cavalos e seus cavaleiros ti­nham couraças cor de fogo, de jacinto e de enxofre. A cabeça dos cavalos era como cabeças de leões, e de sua boca saía fogo, fuma­ça e enxofre.
Por meio desses três flagelos, a saber, pelo fogo, pela fumaça e pe­lo enxofre que saíam da sua boca, foi morta a terça parte dos ho­mens.
Pois a força dos cavalos estava na sua boca e na sua cauda: por­quanto a sua cauda se parecia com serpentes, que tinha cabeça, e com ela causavam dano.
Apocalipse 9:17-19

João estará descrevendo criaturas reais ou uma guerra nuclear? Tem a aparência de guerra moderna quando ele fala de fumaça, fogo e enxo­fre. Talvez ele esteja descrevendo o disparo de mísseis, pois essas armas podem matar um terço da humanidade num período muito curto. Ele fa­la de cavalos e daqueles que os cavalgam. Diz que o poder deles estava em suas cabeças e em suas caudas. Isso parece descrição de mísseis, pois estes explodem quando suas "cabeças" atingem o alvo. As caudas, diz ele, eram como serpentes. Isso poderia ser o rasto que um míssil deixa atrás de si enquanto serpenteia pelo ar a caminho do seu alvo. Isso se aplica à descrição anterior dos gafanhotos do Abismo.

O aspecto dos gafanhotos era semelhante a cavalos preparados pa­ra uma batalha.
Sobre sua cabeça parecia haver coroas de ouro; e o seu rosto era como rosto de homem.
Tinham também cabelos, como cabelos de mulher; os seus den­tes, como dentes de leão.
Tinham couraças, como couraças de ferro; o barulho que as suas asas faziam era como o barulho de carros de muitos cavalos, quan­do correm ao combate.
Tinham ainda cauda, como escorpiões, e ferrão; na cauda tinham poder para causar dano aos homens, por cinco meses.
Apocalipse 9:7-10

Quando João fala de uma cabeça com uma coroa e um rosto huma­no, estaria ele descrevendo o capacete de um piloto de combate? Quan­do um helicóptero gira suas pás, faz lembrar os cabelos de uma mulher se agitando ao vento. E o barulho dos helicópteros de ataque se asseme­lharia a muitos cavalos e carros da antiguidade empenhando-se em com­bate. Os ferrões em suas caudas poderiam ser suas metralhadoras e mísseis e o dano que produzem poderia ser o efeito da guerra bacterio­lógica. João disse que esses gafanhotos tinham asas cujo barulho era co­mo o estrondo de muitos cavalos. Ora, gafanhotos voam e se aglomeram em grandes números. João deve estar descrevendo aviões de guerra e bombardeiros e helicópteros. Acredito que ele os chamou de gafanhotos porque estava tendo uma visão de algo no futuro que lhe era totalmente estranho. Não nos esqueçamos de que João já tinha mais de 90 anos quando teve essa visão. Portanto, quando viu um "enxame" de aerona­ves em vôo, só poderia descrevê-las em termos de sua experiência. Ele disse que tinham dentes como dentes de leão. Os mísseis e foguetes que equipam aviões e helicópteros de combate poderiam, realmente, ser des­critos como dentes de leão.
João desconhecia o barulho produzido por motores a jato, portanto ele diz que era como o estrondo de muitos cavalos e de carros quando correm ao combate. O que ele está tentando descrever é um ataque aéreo colossal que emprega armamentos high-tech de última geração.
Portanto, devemos ter medo? Não.
Quase todos se dão conta de que o mundo está numa ladeira escor­regadia. Todos podem ver os perigos que se encontram à frente, mas nin­guém tem respostas. As pessoas que deviam estar amedrontadas são aquelas que enfiam a cabeça na areia e dizem: "Vai dar tudo certo." De­veríamos incentivar essas pessoas a dar atenção às profecias. Assim tal­vez elas poderiam ter uma probabilidade de evitar o caos dos últimos dias.

Duas Testemunhas

No Capítulo 11 do Apocalipse temos um relato de "Duas Testemunhas". Esses dois homens serão enaltecidos por Iahweh e dele receberão pode­res. Ninguém sabe quem serão. Alguns acreditam que um deles será Elias, que foi levado para o alto e arrebatado no Antigo Testamento (ver 2 Reis 2). Nos dias de Acab, Elias fechou os céus de maneira que nenhuma chu­va caiu durante três anos e meio (1 Reis 17:1). Eis o que diz o Apocalip­se relativamente às duas testemunhas de Deus:

Se alguém pretende causar-lhes dano, sai fogo da sua boca e de­vora os inimigos.
Elas têm autoridade para fechar o céu, para que não chova duran­te os dias em que profetizarem. Têm autoridade também sobre as águas, para convertê-las em sangue, bem como para ferir a Terra com toda sorte de flagelos, tantas vezes quantas quiserem.
Apocalipse 11:5-6

A segunda testemunha, na opinião de alguns, será Moisés, pois só ele tinha o poder de transformar água em sangue e de fazer as pragas aparecerem na terra, como o fez quando cativo no Egito (Êxodo 7:19, 19:15). Além disso, no Monte da Transfiguração, foram Moisés e Elias que apareceram falando com Jesus (Mateus 17:1-11). Os poderes a serem assumidos por esses dois homens são aqueles que foram previamente exercidos por Moisés e Elias nos tempos do Antigo Testamento. Essas duas testemunhas profetizarão durante cerca de três anos e meio contra aqueles que dominam o mundo. O Anticristo e seus lacaios os odiarão so­bremaneira, mas não conseguirão matá-los até que os três anos e meio tenham transcorrido. Então, a "besta do abismo" os atacará e os matará. Os dois corpos permanecerão na rua por três dias e meio. As pessoas da Ter­ra observarão os corpos e se rejubilarão por causa dessas mortes porque esses dois profetas as haviam "atormentado" por um longo tempo. E en­tão algo espantoso acontece:

Mas, depois dos três dias e meio, um espírito de vida, vindo da parte de Deus, neles penetrou, e eles se ergueram sobre os pés, e àqueles que os viram sobreveio grande medo. E subiram ao Céu numa nuvem, e os seus inimigos as contempla­ram.
Apocalipse 11:11,12
Atualmente, a única maneira de os povos do mundo poderem ver es­sa cena, será através da televisão global, pois, segundo o texto, todas as pessoas do mundo verão os dois cadáveres na rua. Isso, naturalmente, não parece surpreendente, exceto quando nos damos conta de que a pro­fecia foi escrita há quase dois mil anos. Os incrédulos estarão comemo­rando a morte desses dois "fundamentalistas" quando, subitamente, estes voltam à vida e postam-se perante eles. Enquanto as pessoas que obser­vam são tomadas pelo medo, os dois profetas serão levados para o Céu numa nuvem, assim como o foi o Messias (Atos 1:10,11). É claro que muitos acreditam que essas predições não passam de voos da imaginação, que tais coisas nunca acontecerão. Permitam que eu diga: a Bíblia está cheia de milagres e de proezas quase inacreditáveis. Da divisão das águas do Mar Vermelho ao Messias alimentando cinco mil pessoas com alguns pães e peixes. Da criação do universo por Iahweh à ressurreição de Lá­zaro pelo Messias. O Apocalipse, igualmente, é um livro de sinais, mila­gres e prodígios.
O Apocalipse é, ele próprio, um milagre extraordinário. Pois, neste momento, quem o lê, está lendo a história antes de ela acontecer. E o lei­tor pode ter certeza de que todas essas coisas se realizarão. Num dia que não deve tardar, os povos do mundo verão esses dois profetas dar teste­munho de Iahweh. E esse dia pode estar mais próximo do que pensamos.

Batalha Cósmica

O capítulo 12 do Apocalipse descreve uma batalha no céu entre Satanás e seus anjos malignos de um lado, e Miguel e seus anjos do outro. Apa­rentemente, Satanás ainda tem acesso ao reino celeste, pois em 1:6-12 está escrito que Satanás foi à presença de Deus. E na passagem do Apo­calipse transcrita a seguir o mesmo é dito:

Pois foi expulso o acusador de nossos irmãos, o mesmo que os acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus.
Apocalipse 12:10

Contudo, uma batalha tem início, Satanás é derrotado e arremessado à Terra e seus anjos com ele.

Houve então uma batalha no Céu. Miguel e seus anjos guerrearam contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos. Todavia, estes não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lu­gar deles.
E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo ou Satanás, o sedutor de todo o mundo. Ele foi atirado para a Terra e com ele os seus anjos.
Apocalipse 12:7-9

Quando o diabo é expulso do Céu, está cheio de ira, pois sabe que não dispõe de muito tempo. Vai, então, atrás daquilo que se chama "a mulher" para matá-la. "A mulher" é uma figura de linguagem que signi­fica Israel. Agora o diabo tenta matar todos os judeus remanescentes. Mas Iahweh os socorre fazendo-os fugir para o deserto, onde ficam pro­tegidos por três anos e meio. O diabo, então, vai no encalço dos cristãos que obedecem à palavra de Iahweh.
É durante a segunda metade dos sete anos da Grande Tribulação que o inferno inteiro, literalmente, vai manifestar-se com ímpeto. Pois o dia­bo, depois de expulso do Céu, sabe que o tempo que lhe resta é exíguo. É interessante que no versículo acima ele é chamado de "o sedutor de todo o mundo". (Embora Satanás tenha sido expulso do Céu há muito tempo, aparentemente ele ainda tem um certo acesso limitado ao reino celeste, pois Apocalipse 12:10 diz que ele diariamente acusa os irmãos lá, na presença de Deus.)
Não resta dúvida quanto à identidade dessa criatura, pois ela rece­be cinco títulos aqui: o dragão, a antiga serpente, o diabo ou Satanás, o acusador. O Messias referiu-se a essa futura expulsão quando afirmou profeticamente em Lucas 10:18:

"Eu vi Satanás cair do céu como um relâmpago."

É depois de ser expulso do Céu e ser arremessado à Terra que ele as­sume controle total de seu escolhido, o Anticristo, e seu homem trans­forma-se literalmente no diabo personificado. Agora ele romperá o tratado de paz que fez com os judeus e procurará destruí-los. A essa altura, ele também tentará exterminar todos os que se voltaram para o Messias recusando-se a aceitar o sinal da Besta. Durante essa época ter­rível, muitos cristãos serão martirizados por causa de sua fé.

  
Marca da Besta

Duas bestas aparecem no Capítulo 13 do Apocalipse. A primeira besta é o Anticristo que, segundo sabemos, será um líder político. Surgirá no ce­nário mundial depois do Arrebatamento. Esse capítulo nos conta que a primeira besta, o Anticristo, parece receber um ferimento fatal na cabe­ça. Miraculosamente, entretanto, ele é curado desse ferimento fatal e vi­ve novamente. Com relação aos detalhes desse milagre só podemos fazer conjecturas. Talvez esse líder político seja assassinado. Todos sabem que ele morreu, mas então ele é ressuscitado dentre os mortos pelo poder do dragão (Satanás) e, em consequência, o mundo todo o adora e adora o dragão que deu sua autoridade ao Anticristo.
Conforme já dissemos anteriormente, a palavra "anti" não significa "contra", mas "em vez de", "em lugar de". Ele será "em lugar de" Cris­to, e o mundo o adotará, assim como rejeitou o verdadeiro Messias. Es­se Anticristo será ressuscitado dentre os mortos exatamente como Jesus foi. Quando as hordas descrentes testemunharem essa ressurreição hi­potecarão lealdade a esse filho de Satanás.

Cheia de admiração, a Terra inteira seguiu a besta (Anticristo).
E adoraram o dragão (Satanás) porque deu a sua autoridade à besta.
E eles também adoraram a besta.
Apocalipse 13:3,4

A Besta não é outro senão "Apoliom", que foi libertado do Abismo e que outrora vagava pela Terra, provocando destruição nos dias de Noé. É ele que agora é chamado o "Anticristo".
E esse homem se tornará o ditador mais famigerado que o mundo já viu. Abertamente ele difamará Iahweh e o Messias e perseguirá as pes­soas que se voltam para Deus e matará muitas delas por causa de sua fé. Nisso ele será auxiliado por uma segunda besta que é o Falso Profeta. Assim como o Anticristo é um líder político, o Falso Profeta será um lí­der religioso. Receberá poderes de Satanás para realizar muitos sinais e prodígios enganosos, de maneira que possa iludir os habitantes da Ter­ra. Terá tal poder "mágico" que realizará um milagre verdadeiramente deslumbrante que assombrará o populacho.

Ele os fez erigir uma imagem da Besta (Anticristo), que foi ferida à espada e, contudo, voltou à vida.
E foi-lhe concedido dar fôlego à imagem da primeira Besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.
Apocalipse 13:14,15

É de admirar que os incrédulos do mundo oferecerão seu devota­mente a esse homem? Pois essa Escritura nos diz que o Falso Profeta te­rá o poder de fazer imagens do Anticristo adquirirem vida e falar. Tais imagens poderiam ser estátuas ou fotos do Anticristo. Quando imagina­mos como alguns dos enormes blocos de pedra foram cortados e coloca­dos no lugar dentro das pirâmides e de outras massivas construções antigas, temos nossa resposta aqui nesse exemplo do poder espantoso acessível a Satanás e sua hoste. Muitos daqueles que crêem em Deus e que não se deixam enganar serão mortos por se recusarem a submeter-se à imagem da Besta. Além de tudo, o Falso Profeta que trabalhará em con­luio com seu senhor, o Anticristo, instalará um sistema destinado a ex­cluir todos aqueles que se recusarem a aceitar sua soberania.

A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão di­reita, ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou ven­der, senão aquele que tem a marca, o nome da Besta, ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimen­to calcule o número da Besta, pois é número de homem. Ora, es­se número é 666.
Livro da Revelação 13:16-18

Em outras palavras, o Anticristo e seu governo formarão um clube. Se você não for membro desse clube, será boicotado. Você não conse­guirá comprar nem vender nem fazer negócios se não se associar a esse clube. Para ingressar no clube, você terá de exibir essa marca da Besta, se­ja na mão direita, seja na fronte.
O versículo acima nos diz que o sistema de contabilidade utilizado pelo Anticristo fiscalizará todas as atividades de compra e venda de to­das as pessoas no mundo. Não é extraordinário que esse texto tenha si­do escrito há quase dois mil anos, e, contudo, só nos últimos anos a tecnologia para proporcionar tal controle tornou-se disponível? Sem dú­vida, é um sinal importante de que estamos nos aproximando do cum­primento dessas exatas palavras quando as vemos transformar-se em realidade perante nossos olhos.
Uma possibilidade é de que essa marca da Besta será um microchip implantado sob a pele. Enquanto escrevo isto, a TV exibe comerciais in­centivando as pessoas a usar cartões de crédito em vez de dinheiro. Gu­rus financeiros nos dizem que estamos caminhando rumo a uma sociedade que vai eliminar o dinheiro. O plástico é tão mais sensato e suprime muitas transações a dinheiro. Mas cartões plásticos podem ter desvantagens. A gente pode perdê-los, pode quebrá-los, ou eles podem ser roubados. O que faz o cartão funcionar é o minúsculo microchip em seu interior. Toda a informação está armazenada nesse minúsculo chip: a data do seu aniversário, sua classificação de crédito. Para solucionar os problemas relacionados com cartões plásticos, esses chips poderiam ser implantados sob a pele da mão direita. Não sabemos ao certo se a "mar­ca da Besta" será usada dessa maneira durante os sete anos da Grande Tribulação. Estamos simplesmente observando os rumos que a socieda­de está tomando e postulamos que esse poderá ser o caso. As pessoas que tiverem de suportar esses tempos saberão quando as coisas acontecerem. Mas qualquer um que aceite essa marca estará atraindo a condenação eterna. Pois somos advertidos com toda clareza das consequências dessa escolha:

Se alguém adora a Besta e a sua imagem, e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, derramado sem mistura na taça da sua ira. Ele será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e do Cordeiro.
A fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos. Não têm descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da Besta e da sua imagem, e quem quer que receba a marca do seu nome.
Apocalipse 14:9-11

Será uma escolha difícil, pois se as pessoas não aceitarem essa mar­ca, não terão o direito de comprarem as coisas necessárias. Os que se en­contrarem nessa situação terão de sair da dificuldade por conta própria. Terão de cultivar seu próprio alimento e prover o próprio bem-estar e o de suas famílias. Terão de aprender autossuficiência e sobrevivência mui­to rapidamente a fim de conseguir atravessar o período dos sete anos. Além de ter de sobreviver sem a possibilidade de comprar ou vender ou fazer negócios, essas pessoas terão de argumentar com a ira de Satanás, pois foi profetizado que ele perseguirá e matará muitas dessas boas almas. Mas há esperança, pois Iahweh prometeu socorrer aqueles que resistirem até o fim.
Poderemos aceitar a marca da Besta e desfrutar os benefícios durante uma breve temporada, ou recusar a marca e nos arriscarmos a perder a vida. Mas, se aguentarmos até o final, colheremos as recompensas da gló­ria eterna. Portanto, só há mesmo uma escolha a ser feita. Que essa es­colha seja a vida eterna. Quem quer que aceite essa marca estará assumindo compromisso de fidelidade com o Anticristo, e com Satanás, que lhe dá esse poder. Uma vez feita a escolha, não há volta.
A maioria da população do mundo aceitará essa marca sem res­trições. Essas pessoas não apenas adorarão o Anticristo abertamente, como se entregarão totalmente a Satanás e abertamente o adorarão também.
Quando muitos dos que tiverem empenhado sua fidelidade a Deus estiverem sendo assassinados por causa de sua recusa em aceitar essa marca, o resto do mundo aprovará e apoiará os assassinatos. Mas há uma oportunidade para que todos nós sejamos poupados desses tempos ter­ríveis antes que eles ocorram. Tudo que temos de fazer é confiar em Iahweh e em Seu filho.

Apolo Impera !!!!

Quando o Messias predisse o tempo do Apocalipse, ele o comparou às condições que predominavam durante os dias de Noé e em Sodoma e Gomorra: "Assim como foi, assim será." Vimos que as mesmas forças so­brenaturais que eram evidentes durante a época de Noé serão novamen­te desencadeadas sobre a Terra quando os mesmos anjos caídos forem libertados do Tártaro durante os sete anos da Grande Tribulação. Assim, a violência, a destruição e a imoralidade que predominavam antes do Di­lúvio e em Sodoma e Gomorra, provocadas pelos Nephilim, uma vez mais serão levadas a efeito em escala mundial durante o Apocalipse.
O soberano desses anjos demoníacos do Abismo é Apoliom, ou, em hebraico, Abadom. No Apocalipse, esse ser é designado como a Besta que é o líder político chamado de o Anticristo. Seja Apolíom uma pessoa real ou um espírito que possui o homem que se torna o Anticristo, não sabe­mos dizer (como Satanás entrou em Judas em João 13:27). Contudo, es­se homem semelhante a um deus será acolhido e adorado pelo mundo quase da mesma maneira que o Apolo da lenda grega, que sempre foi o epítome daquilo que o mundo considerava o homem perfeito. Para Byron, Apolo era "o deus da vida, e da poesia, e da luz, o sol de membros hu­manos e adornado". Para Swinburne ele era "a palavra, a luz, a vida, o sopro, a glória". Apolo é o ideal de homem do homem ocidental. Quan­do Hamlet de Shakespeare exalta sua visão do homem, é a Apolo que ele se refere: "Que obra é o homem! Quão nobre em racionalidade! Quão infi­nito em capacidade! Na forma e no movimento, quão bem-feito e admirável! Nos gestos quão semelhante a um anjo! Na inteligência quão semelhante a um deus! A beleza do mundo!" Racionalidade, nobreza, forma, gestos, inteligência, beleza - são esses os atributos essenciais de Apolo.
O Apocalipse nos diz que Apoliom terá um cúmplice chamado Fal­so Profeta. Esse homem possuirá poderes mágicos que o habilitarão a en­ganar as massas e a seguirem a Besta que é o Anticristo.

Ele opera grandes maravilhas, até mesmo a de fazer descer fogo do Céu sobre a Terra, diante dos homens.
Graças às maravilhas que lhe foi concedido realizar a serviço da Besta (Apoliom), ele seduz os habitantes da Terra.
Apocalipse 13:13,14
Temos aqui mais indícios dos poderes de que dispõem esses seres so­brenaturais, poderes que teriam utilizado em seus projetos de constru­ções da era pré-diluviana. E isso virá a acontecer no decorrer dos sete anos da Grande Tribulação. Desde que se trata dos mesmos poderes so­brenaturais que estavam em evidência no tempo de Noé, é lícito supor que iniquidades semelhantes foram perpetradas àquela época.
Os dois profetas que dão testemunho de Iahweh e não podem ser fe­ridos por homens comuns, acabam sendo mortos pela Besta que sai do Abismo, Apoliom. O nome deste, tanto em hebraico como em grego, sig­nifica "destruição" ou "destruidor" e seu poder sobrenatural permite-lhe matar os dois profetas de Iahweh quando ninguém mais poderia.
No Apocalipse 17 temos mais informações curiosas relativas ao An­ticristo:

A Besta que viste existia, mas não existe mais; está para subir do Abismo, mas caminha para a destruição.
E aqueles que habitam sobre a Terra, cujos nomes não foram es­critos no livro da vida desde a fundação do mundo, se admirarão ao ver a Besta, pois ela existia e não existe mais, mas reaparecerá.
Apocalipse 17:8, 9

Essa afirmação tem confundido a maioria dos comentaristas. Já li muitas interpretações desse trecho, mas nenhuma pareceu-me fazer sen­tido. Contudo, se nossas suposições etimológicas forem corretas, e o Apo­liom do Apocalipse é realmente o Apolo do Mundo Antigo, então essa profecia tem um significado claro. Pois Apolo existiu, durante os mil anos, aproximadamente, desde a época de Jared até os dias de Noé antes do Diluvio. Agora ele não existe, pois está confinado no Tártaro em con­sequência de sua participação na corrupção moral que atribulou toda a humanidade e que causou o Diluvio. "Mas contudo voltará", isto é, ele sairá do poço do Abismo no Apocalipse futuro próximo e se manifesta­rá na pessoa do Anticristo.
Além do mais, quando ele se materializar, caminhará para a sua des­truição. A maioria dos comentaristas acredita que isso significa ele será destruído. Mas o nome dele significa "destruição". E sabemos que o An­ticristo causará devastação, que culminará na eliminação de metade da população mundial. Portanto, esse Apolo, o Destruidor, agirá no sentido de cumprir sua missão, que é a destruição da humanidade. Obviamente, isso foi exatamente o que ele fez na era pré-Dilúvio, quando a violência dominava a Terra e o sangue jorrava livremente.
Desse modo temos uma clara associação entre os avatares antedilu­vianos e deuses-construtores dos primitivos dias da Grécia, de Roma e do Egito, e os deuses do Apocalipse vindouro, a Besta ou Anticristo e o Fal­so Profeta, ambos os quais recebem seu poder do dragão, que é Satanás.
Outros atores também ocuparão o palco a essa época, mas os papéis principais no Apocalipse estão reservados para Satanás e seus cúmplices.

3 comentários:

  1. Mais uma maravilha de postagem!
    Tenho, aprendido muito.
    já ouvi pregações em que diziam que o 666 é a perfeição da imperfeição, vendo a postagem creio que faz sentido.

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  2. Olá Apocalink. Gostaria de fazer uma observação crítica sobre este versículo que você postou:

    "Ele os fez erigir uma imagem da Besta (Anticristo), que foi ferida à espada e, contudo, voltou à vida.
    E foi-lhe concedido dar fôlego à imagem da primeira Besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta."

    Isso me lembra aquele episódio da Liga da Justiça, onde alguns membros da Liga tem que lutar contra clones robóticos do Superman (Lorde da Justiça) no futuro alternativo onde estiveram...

    A primeira coisa que me veio a mente sobre dar folego a uma imagem, que é ferida e depois volta a vida, me lembra coisa de robô (a imagem não morre quando é ferida, é capaz de falar e pode ser usada para vários fins segundo seu criador). Considere minha crítica como algo que colabore com o seu trabalho de trazer a luz, os mistérios do Apocalipse.

    ATT Pholuxros

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  3. Graças a Deus por sua vida irmão..........

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