terça-feira, 13 de setembro de 2011

Como nos dias de Noé, o retorno dos Nefilins- Parte 16 : Os anjos decaídos e os heróis mitológicos (Os construtores das Pirâmides)

MONUMENTOS, PINTURAS, TEXTOS ANTIGOS  E A BÍBLIA SAGRADA PARECEM PROVAR A PRESENÇA DE SERES DIFERENTES DE NOSSA RAÇA DENTRO DE NOSSAS CULTURAS...
QUEM ERAM?
DE ONDE VIERAM?
QUAL ERA SUA MISSÃO?
ELES IRÃO RETORNAR?

COMO NOS DIAS DE NOÉ: O RETORNO DOS NEFILINS!

De todos os locais onde os antigos deuses deixaram suas impressões digitais, o Egito é, provavelmente, o mais acentuado. De fato, eles não apenas deixaram suas digitais, mas também seus guarda-roupas, diá­rios, álbuns de fotografias, rituais religiosos, arquitetura etc. Quando le­mos os escritores de vanguarda que tratam deste assunto, torna-se manifesto que as chamadas autoridades em egiptologia descartam como disparate muitos dos indícios que apontam para uma raça superior como os construtores desses monumentos. De acordo com essas autoridades, os antigos egípcios possuíam toda essa informação, capacidade técnica e conhecimento astronômico, mas o leitor fica sem qualquer explicação quanto a como eles teriam aprendido tudo isso. Deixam também de pre­ceituar, esses especialistas, de que maneira um povo tão primitivo ma­nejava enormes blocos de pedra, alguns com peso superior a 100 toneladas, colocando-os em posição a alturas de quase 50 metros quan­do, aparentemente, a roda ainda não tinha sido inventada.
Não conseguem, ainda, essas "doutas cabeças", admitir que talvez houvesse existido afinal uma Arca, apesar do fato de onze grandes pe­dras redondas com orifícios terem sido encontradas na área do monte Ararat, na Turquia, onde pousou a Arca de Noé, bem como nas vizi­nhanças. Essas pedras, obviamente, foram usadas como lastro numa embarcação enorme. Existem também alguns indícios de que a proa de um barco de grandes dimensões esteja enterrada bem no alto dessa monta­nha e seja visível sob a cova superficial na qual se encontra. O governo turco impediu quaisquer novas investigações no local e o interditou. Pos­sivelmente, existem razões político-religiosas por trás dessa atitude. Mas se os cientistas admitiram que restos de uma Arca haviam sido encon­trados, então talvez tenham de admitir também a possibilidade de que outras histórias bíblicas têm crédito, e isso contestaria a pretensa ciência e abriria uma caixa de Pandora totalmente nova, se me permitem o jogo de palavras.
Essa mentalidade de avestruz não leva a nada. As pirâmides e os templos do Egito não caíram do céu subitamente nem simplesmente se materializaram aparentemente sem história ou precedente. Simplesmen­te admitir que os egípcios antigos os construíram e deixar ficar por isso mesmo é totalmente absurdo.  Segundo os Egípcios , o Egito era o centro do mundo e toda a cultura havia começado lá. A matemática começou no Egito. Pla­tão e Sócrates estudaram lá. Até mesmo o cristianismo começou no Egi­to. Quando perguntei-lhe quem havia construído as pirâmides ele, naturalmente, disse que tinham sido os egípcios. Minha tendência, en­tretanto, era discordar, uma vez que os indícios pareciam apontar para outra direção, pois as pirâmides e os templos desse país são simplesmente espantosos em detalhes e características. Com uma história que data de três ou mais milênios antes do início da era cristã, essas estruturas são graciosas e muito inspiradoras, e despertam no observador uma sensação de assombro. Contudo, aqui estávamos já quase no ano de 2.004 d.C. e esse mesmo povo que, presumivelmente, construiu esses monumentos fantásticos, parecia ter grandes problemas para construir a mais elemen­tar das habitações. De fato, se os egípcios foram os construtores das pi­râmides, eles têm regredido desde então, enquanto grande parte do resto do mundo tem prosseguido no sentido de conquistar os proveitos dos avanços técnicos e outros da nossa era moderna.
Não é minha intenção denegrir o Egito ou seu povo. Mas imaginar que esse ou qualquer outro povo primitivo, anteriormente, talvez a 3.000 a.C. tinha a capacidade exigida para planejar e construir tais estruturas é simplesmente implausível. Não. Os indícios, que estão bem à vista, in­sinuam que seres de uma civilização incrivelmente avançada, fascinados por assuntos astronômicos e possuidores de grande força e capacidade matemática foram os construtores.
Há apenas um grupo que pode habilitar-se como o dos candidatos potenciais. Os deuses primevos da pré-história. Não um punhado de per­sonagens mitológicas forjadas das tradições ou lendas de rituais religio­sos arcaicos, mas uma casta de deficientes seres superinteligentes e sobrenaturais. Homens de antecedentes divinos e cuja morada anterior era de natureza celeste. Anjos decaídos que, no decorrer dos tempos anti­gos, transformaram-se e tornaram-se iníquos e maus. São estes os arqui­tetos das construções, os fundadores dos ritos religiosos e os originais sumos sacerdotes da antiguidade egípcia.
O conteúdo do "Livro dos Mortos" ou dos "Textos das Pirâmides" dos antigos egípcios fundamentam essa teoria? A resposta é uma sonora afirmativa. Assim como textos e construções da Grécia e de Roma (e de outros lugares) endossam essa verdade, assim também os monumentos e textos egípcios ajustam-se, como uma mão numa luva, aos textos he­braicos, que dão testemunho de uma raça de seres sobrenaturais angéli­cos caídos que povoaram esta Terra antes de serem aniquilados num dilúvio mundial.
Não cabe a mim pesquisar todos os recessos dos textos egípcios. Não tenho competência nem propensão para isso. Contudo, basta que se diga que todas essas escrituras profanas darão apoio e provarão a tese de que esses mesmos deuses de outrora são os agentes e iniciadores de to­dos os enigmas pertinentes ao Egito e ligados a ele e seu passado miste­rioso.
Mas permitam-me usar de cautela. A atividade dessas criaturas é praticar o embuste. Nem sempre o que se vê é real. Não tenho dúvida de que boa parte dos ritos fúnebres e rituais e doutrinas religiosas do Egito nada mais são do que dissimulações criadas para iludir e dominar mor­tais ingênuos e ignorantes que estavam sob a magia desses poderosos semideuses.
Portanto, eles não revelam suas verdadeiras natureza e identidade. O segredo e o engano são seus amigos íntimos. Assim como acon­teceu no Egito antigo e em outros lugares, assim também o foi através da história em todas as nações, até a atualidade e com a inclusão desta. Es­sas criaturas escondem-se por trás de doutrinas e padrões religiosos destinados a conduzir a cega maioria dos seus devotos pela senda do erro que, afinal, e inevitavelmente, termina em desespero e destruição.
Isso não significa dizer que eles não tenham poder. Possuem, sim, vasta influência e autoridade e força, o que demonstraremos nestas pá­ginas na devida oportunidade. Mas, por ora, conscientizemo-nos de que os deuses do Egito são exatamente o que os seus textos afirmam. Assim como os "mitos" e "lendas" e escrituras e monumentos de outras eras paralelas estão nos contando de suas origens, assim também os artefatos do Egito estão gritando estridentemente para nós para falar do seu pas­sado. Mas teremos ouvidos para escutar? Ou seremos, como os preten­sos especialistas e cientistas, incapazes de reconhecer um avestruz a menos que uma dessas aves caia na cabeça deles?
Vamos agora ver o nome de alguns dos principais deuses e deusas do Egito, lembrando-nos sempre de suas réplicas da Grécia e de outras re­giões do Mediterrâneo por volta das mesmas épocas.
HÓRUS, ANÚBIS, KHNUM(Figura 10)


ou era o deus solar criador (ver Figura 10). Seu centro de cul­to era em Heliópolis. Ele é representado com a cabeça de um falcão, que tem um disco solar e uma naja à volta deste. Diz-se que ou fundiu-se com o deus da fertilidade, Amon, e os dois tornaram-se Amon-Rá, o rei dos deuses.

Amon (o oculto) era o principal deus da guerra do império egípcio e frequentemente aparece usando duas plumas e carregando uma lança. Acreditava-se que Amon-Rá tinha surgido das escuras águas primordiais de Nun. Ele criou a luz e a terra e depois concebeu os primeiros deuses, que se chamaram Shu e Tefnut. Irmão e irmã casaram-se e geraram Geb e Nut que, por sua vez, geraram quatro dos deuses principais: Osíris, Ísis, Set e Néftis. Esses nove deuses eram venerados em Heliópolis e são co­nhecidos como a Grande Novena.

Hórus é outro deus que pertence a esse panteão. Filho de Osíris e Ísis, ele desempenha papel importante e está presente em toda a história das diferentes eras do Antigo, Médio e Novo Império do Egito. Os se­guidores de Horus eram conhecidos como "mentores celestiais de misté­rios".

Osíris era o deus da morte e do renascimento e irmão e consorte de ísis. Deus supremo do mundo inferior (Hades?) e primogênito de Geb e Nut, Osíris foi morto por seu irmão ciumento, Set.

Néftis era esposa de Set, mas quando este matou Osíris, ela aliou-se a Ísis.

Representado como um gavião ou falcão, Hórus lutou contra Set pa­ra reivindicar a herança do seu pai. Ele é representado desde os tempos pré-dinásticos e sempre aparece como um falcão ou homem-gavião.

Hator era a deusa do amor (sexo) e da bebida. Era uma deusa da fer­tilidade e era representada como uma mulher com cabeça de vaca ou com chifres.

Anúbis era o deus do embalsamamento e filho dos deuses Néftis e Osíris, que permitia a entrada dos mortos no mundo inferior. Anúbis ti­nha a cabeça de um chacal e o corpo de um homem. Ele era "aquele que ficava diante do pavilhão dos deuses" e o "senhor dos túmulos". Depois da cerimônia da pesagem das almas, Anúbis conduzia o morto ao trono de Osíris.

Thot era conhecido como o anjo escriba e dizem ter sido o inventor da astronomia, da ciência, da matemática, da magia e da escrita. Arbi­trava questões entre os deuses. Tratou os ferimentos de Horus e Set de­pois da luta destes.

Thot e Maat estão presentes em todos os textos mais antigos, inclu­sive nos Textos das Pirâmides que datam de 3.000 a.C. ou talvez de an­tes. No "Livro dos Mortos", Thot é tido como aquele "que faz cálculos no céu, aquele que conta as estrelas, o recenseador da terra e do que nela existe, e o medidor da terra". (É possível que ele tenha sido o arquiteto da Grande Pirâmide!)

Maat era esposa de Thot e deusa da verdade e da justiça.

Ptah está entre os mais antigos dos deuses e foi o supremo deus da criação em determinada época. Era o deus dos arquitetos, artistas e pe­dreiros e o criador de artes de desenho e escultura. Era representado co­mo um deus-homem de cabeça raspada que empunhava um cetro. A divindade conhecida como KHNUM(Figura 10) era representada como um homem com cabeça de carneiro. Dizia-se que controlava a cheia anual do Nilo. E era também um dos deuses-homens primevos, e dele se dizia que tinha cria­do o homem em sua roda de oleiro.

Sobek era um deus com cabeça de crocodilo. Seu templo era em Kom Ombo nas margens do Nilo superior, onde residia com sua esposa Hator, e o filho deles, Khonsu. Qualquer inimigo dos deuses era imediatamente destruído por essa terrível deidade.

Sekhet ("a Poderosa") era uma deusa ameaçadora com cabeça de leoa. Era filha de e consorte de Ptah. Hator metamorfoseou-se nela para destruir a humanidade, mas Hator foi astuciosamente induzida a beber cerveja que ela julgou ser sangue. Isso a deixou embriagada e, em consequência, interrompeu a destruição da humanidade. Sekhet era uma feroz deusa da guerra usada pelo vingativo deus solar contra a raça hu­mana.

Em algum momento no decorrer do período do Antigo Império, os três primeiros faraós, segundo consta, foram concebidos por um sacer­dote de Rá, depois de ter copulado com o próprio deus. Por causa disso, todos os faraós acreditavam ser descendentes diretos dos deuses; assim, faraó, significa "filho de Rá".
Em nosso estudo da incursão dos Nephilim depois do Dilúvio, assi­nalamos que alguns dos seus descendentes eram conhecidos como rafaim, nome derivado de um certo Rafa. Seria esse Rafa, da região de Canaã, o mesmo que gerou os três faraós? Afinal de contas, essas re­giões distavam apenas algumas centenas de quilômetros uma das outras, tornando as viagens e o acesso relativamente simples. Esses descenden­tes de Rafa (hebraico: terrível) e seus camaradas íntimos, os enacim(Ou Anakins), des­cendentes de Enac(Ou Anak) (hebraico: gigante, de pescoço longo), juntamente com outros descendentes dos Nephilim, tinham povoado toda a região de Ca­naã na época em que Abraão e Sara passaram por ali, c. 1.912 a.C. (ou 436 anos depois do Dilúvio). Remanescentes desses "gigantes" ainda perma­neciam na região quando Davi derrotou Golias c. 974 a.C. De maneira que, para os 938 anos supervenientes temos indícios que mostram que esses descendentes de Nephilim estavam na área genérica de Canaã, que ficava próxima do Egito e em certa época, foi uma província deste. Não é necessário qualquer esforço da imaginação para concluir que essas cria­turas participavam sobremaneira, portanto, dos assuntos do Egito du­rante todo esse período.
Rafah é uma cidade que fica cerca de 32 quilômetros ao sul da atual Gaza na fronteira entre Israel e o Egito. Seu nome antigo era Rapha. É provável que o Rapha que deu o nome à cidade (originalmente) fosse um Nephilim pós-diluviano ou um de seus descendentes.
A propósito, Enac era filho de um tal Arba. Em hebraico, Arba sig­nifica "força de Baal". Baal era a principal divindade masculina dos fení­cios e cananeus e Astarote era sua principal deusa. Baal, em hebraico, significa "senhor, dono", ou "o senhor que possui". Esse Enac era um Nep­hilim e seu nome sugere uma conexão direta com Baal, outro apelido de Satã.
Arba construiu uma cidade que se chamou "Quiriate-Arba", ou "ci­dade de Arba". A Bíblia diz que essa cidade foi fundada sete anos antes de Zoã no Egito (Números 13:22), que foi edificada pelos primeiros reis da 19a dinastia. Ramsés II fez desta sua capital e Zoã foi cena do êxodo e célebre por sua sabedoria.
No nome Enac achamos outro vínculo com as estrelas, pois, no sig­no de Escorpião e na constelação de Serpentário, a estrela mais brilhante chama-se Enac, que significa "abrangente". No Livro dos Números, 13:33, lemos que os espias enviados por Moisés disseram: "Lá também vi­mos gigantes (Nephilim), os filhos de Enac, descendência de gigantes (Nephilim)."
Assim como acontece com os deuses gregos e romanos, temos no­vamente a impressão de achar esse fio condutor relacionado com os Nep­hilim e seus descendentes no Egito.
Também já ficou demonstrado que os túneis de descida na Grande Pirâmide de Gizé alinham-se com quatro estrelas distintas em certas oca­siões. O túnel do lado norte que leva à Câmara do Rei alinha-se com a al­fa Draconis, enquanto o túnel do lado sul alinha-se com a Zeta Orionis. O túnel do norte que leva à Câmara da Rainha alinha-se com a beta da Ur­sa Menor e o túnel do sul alinha-se com Sirius.
Embora não se tenha descoberto ainda qualquer conexão direta da beta da Ursa Menor com um deus egípcio, temos associações claras para as outras três. Sirius é a réplica celestial da deusa ísis e é identificada com ela. Zeta Orionis é a estrela mais brilhante e a de posição mais baixa no cinturão de Órion. É associada com Osíris. Os antigos egípcios faziam referência a Osíris como o deus supremo da ressurreição e do renasci­mento na época remota conhecida como "Zep-Tepi" ou "Primeiros Tem­pos". Em um dos Textos dos Sarcófagos, assim se fala de Osíris: "Osíris, Senhor dos Duplos.... que atravessa suas duas terras, que navega em frente das estrelas do céu." E o encantamento 882 do Texto das Pirâmides afir­ma: "Ó Rei, sois esta grande estrela, companheira de Órion." Órion, o grande caçador da mitologia grega seria Osíris, que reinava no Egito a uma pequena distância?
De maneira que aqui temos mais dois dos deuses primevos da pré-história, Osíris e Ísis, associados com estrelas proeminentes e com no­mes tirados delas. Mas o que dizer de alfa Draconis?
O Dragão (Draco) é a terceira constelação no signo de Sagitário e está localizada no hemisfério norte. Sua estrela mais brilhante chama-se Thuban, que significa "o Sutil". Nas ilustrações do planisfério dos céus, o Dragão é representado como uma serpente. Em 2.170 a.C., o Dragão era a estrela polar. Em muitos lugares das Escrituras do Antigo Testa­mento e no Apocalipse, o dragão está diretamente associado com Satã. De maneira que, no túnel da Pirâmide que leva à Câmara do Rei e que se alinha com as estrelas, há uma ligação direta com o Dragão, que é a ser­pente ou Satã, que é mais sutil do que qualquer animal do campo. Assim está escrito sobre ele no Apocalipse:

E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente que se chama dia­bo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a Terra, e, com ele, os seus anjos.
Apocalipse 12:9

Isso não deixa dúvida quanto à identidade do dragão. E agora te­mos um importante indício da conexão entre a Grande Pirâmide de Gi­e o príncipe comandante do bando rebelde de anjos caídos, Satã, e dois de seus subordinados terrestres: Osíris e Ísis.
Se voltarmos nossa atenção para a queda original de Lúcifer nos re­cordaremos de que, nas palavras do profeta Isaías, foi sua ambição arro­gante que o levou a cair em desgraça. Mas o trecho de Isaías revela outro detalhe interessante:

Tu dizias no teu coração: "Eu subirei ao céu; acima das estrelas (anjos) de Iahweh exaltarei o meu trono e no monte da congrega­ção me assentarei, nas extremidades do Norte."
Livro de Isaías 14:13
O Dragão está situado no céu do hemisfério norte e esse versículo leva a crer que a morada de Iahweh e de sua congregação também seja no norte.
No versículo 519 dos Textos das Pirâmides encontramos outra liga­ção celestial entre esses avatares primordiais, Ísis e Osíris, e o filho deles, Hórus.

Estrela d'alva, Hórus do mundo inferior, divino falcão."

Lúcifer significa literalmente "Estrela da Manhã", expressão aqui empregada como um complemento de um dos principais heróis da gale­ria de deuses que se inicia nos albores do Egito antigo. Hórus desempe­nha um papel importante durante toda a história dos faraós e mais além, e é nitidamente identificável em gravações em pedra em muitos dos tem­plos do Egito. Frequentemente, ele é apresentado como um homem gran­de, com mais que o dobro do tamanho dos seus cativos, e muitas vezes aparece segurando vários escravos ou prisioneiros pelos cabelos com uma mão, enquanto o outro braço, erguido, empunha uma arma pronto para abater a presa.
Haverá qualquer dúvida de que As Pirâmides de Gizé, conhecidas pelos antigos egípcios como o "portão para o outro mundo" e que datam da época primeva, o "Zep-Tepi" ou "Primeiros Tempos" dos deuses Hórus, Ísis e Osíris, estavam diretamente relacionados com as atividades dos Nephilim e de seus descendentes? Em seu excelente livro ''Heavens Mirror'', Graham Hancock nos assegura que os Textos de Edfu afirmam que o de­senvolvimento desses locais deverá ocasionar "o ressurgimento do mun­do dos deuses que existiu outrora". Hancock diz também que a época dos "sete sábios" foi uma era em que os seres divinos estabeleceram-se ao longo das margens do Nilo; esses seres divinos ficaram conhecidos como os "deuses construtores". Foi nessa terra primeva que as primeiras mo­radas dos deuses foram erigidas, mas essa antiga possessão foi destruída por um dilúvio colossal e a maioria de seus habitantes pereceu afogada e suas moradas foram inundadas.
A esta altura deve ter ficado manifestamente óbvio ao leitor que exis­te uma conexão clara e distinta entre grande parte dos indícios subsis­tentes nos textos egípcios e nos relatos bíblicos do Dilúvio de Noé, e as atividades dos Nephilim. Mas essas conexões tornam-se mais pronuncia­das e o quadro mais nítido ainda à medida que os indícios se acumulam.
Outro exemplo da obsessão que os deuses do Egito tinham em re­lação às estrelas e seus cursos encontra-se no teto do Templo de Hator em Dendera (ver Figura 11). Aqui encontramos não apenas os 12 signos do Zodíaco e seus personagens principais, mas também representações dos próprios deuses manifestamente vagando entre as constelações; estão in­cluídos Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Sirius, o Draco e Órion também são claramente visíveis.
Na tentativa de estabelecermos as razões dessa obsessão pelos cor­pos celestes e também por uma busca sem fim pela imortalidade e pela vida eterna (o que fica evidenciado pelos seus vários rituais e ritos reli­giosos), é necessário termos em mente que houve um tempo em que esses seres sobrenaturais eram donos desses tesouros. Antes de sua rebelião e de sua decisão voluntária de tomar o partido de Lúcifer e tentar usurpar o trono de Iahweh, esses anjos possuíam tanto a imortalidade quanto uma morada celestial entre as estrelas. Mas por terem acreditado na mentira da serpente foram alijados da presença de Iahweh e lançados à Terra. Essa foi a recompensa deles.

 
Depois de terem vivido entre corpos celestiais e possuído a imorta­lidade, estão agora exilados numa terra distante. E, como a maioria dos exilados, anseiam por ser reintegrados à sua condição original e retornar ao antigo lar. Além do mais, eles agora enfrentam a probabilidade do cas­tigo máximo, conforme profetizado e prometido por Iahweh: "Ele (o Messias) te esmagará a cabeça" (e, por extensão, a cabeça dos teus com­panheiros), Gênesis 3:15.
Assim, não é de admirar que, tendo apostado no perdedor, essas for­ças do mal tentassem fazer tudo que estivesse ao seu alcance para elimi­nar o Messias, frustrar o plano de Iahweh e assim evitar a própria destruição e recuperar a imortalidade. Foi essa a razão principal que levou os Nephilim a infiltrarem-se na Terra. E a encheram de violência. O plano era exterminar toda a vida humana, pondo fim, assim, à "linhagem da descendência da mulher", de maneira que o Messias fosse impedido de nascer. Mas Iahweh sempre parece estar um passo à frente nesse eterno jo­go de xadrez e ele manteve a linhagem por meio de Noé e sua família.
Depois do Dilúvio, quando os príncipes das trevas ficaram sabendo que Abraão possuiria a Terra Prometida, e que por meio dele a descen­dência continuaria, Satã novamente tentou impedir a realização dessa profecia inundando toda a área de Canaã com uma segunda incursão dos Nephilim, de maneira que Israel não conseguisse possuir a terra e a li­nhagem fosse interrompida mais uma vez. Mas, ai dele, seu plano fra­cassou novamente e, como sempre, a profecia de Iahweh realizou-se.
E assim a luta continua. Muitas vezes, através dos tempos, Satã im­portunou Israel e a linha da descendência da mulher a fim de frustrar a profecia e destruir a promessa de um Messias redentor. Quando o Mes­sias foi crucificado e colocado num túmulo, Satã e sua hoste pensaram ter finalmente vencido e evitado sua extinção. Tenho certeza de que fizeram uma grande comemoração naquela noite. E talvez seja por isso que o Messias, em seu novo corpo espiritual ressuscitado, foi à presença dos anjos caídos em sua prisão no Tártaro. Sem dúvida um dos melhores exemplos de desmancha-prazer que já ocorreu na história.
Mas estou me afastando do assunto. Mais à frente, as perguntas per­tinentes ao contexto maior daquilo que está ocorrendo, precisamente, e por que, serão respondidas com alguns pormenores. Consequentemen­te, o amigo leitor do blog apocalink estará mais capacitado a compreender as razões dessa batalha cósmica e aonde isso vai nos levar e como tudo terminará. Mas, por ora, voltemos ao passado.
Em muitos dos templos e monumentos dos deuses de eras passadas, os sacrifícios de sangue pareciam ser uma parte importante do ritual. As pirâmides dos maias no México e em outros locais deixaram-nos a im­pressão de que os deuses tinham apetite insaciável por sangue fresco.
Os astecas, segundo dizem, sacrificavam até 60.000 indivíduos por ano, frequentemente enterrando facas no peito da vítima e arrancando-lhe o coração, enquanto este ainda batia, a fim de aplacar os deuses.
O historiador Muñoz Camargo descreveu um sacrifício desse tipo: "Um indígena que tinha sido sacerdote do demônio contou-me que quan­do arrancavam o coração da infortunada vítima, a força com que o órgão pulsava e estremecia era tão intensa que este comumente erguia-se do solo três ou quatro vezes antes de esfriar."
Sabemos que no tempo de Abraão, muitos dos povos circunvizinhos praticavam sacrifícios humanos. Então quando Iahweh ordenou a Abraão que levasse seu filho Isaque ao alto do monte Moriá e o oferecesse em sa­crifício, Abraão não hesitou em obedecer ao Senhor. Uma das razões de sua não-vacilação foi que tinha pleno conhecimento de que sacrifícios humanos eram a norma nas regiões ao seu redor. Foi esse o local onde o Messias foi sacrificado dois mil anos mais tarde. E, assim como Abraão fora impedido de matar seu filho e um cordeiro fora sacrificado em lugar de Isaque, no Calvário, o Messias, o Cordeiro de Deus, foi oferecido co­mo o sacrifício supremo pela humanidade.
Contudo, no Egito, segundo meu antigo dizem, sacrifícios humanos nunca haviam sido oferecidos aos deuses. Presumo que eles  não que­rem que nada, fosse o que fosse, causasse má impressão sobre o Egito ou à cultura deste. Mas as imagens e gravações em pedra contam uma his­tória diferente. No Vale dos Reis, por exemplo, há um relevo que repre­senta uma fila de prisioneiros, muitos com a cabeça decepada de onde o sangue esguicha em todas as direções. Em outro relevo, um prisioneiro ajoelha-se diante de um dos faraós. As mãos dele estão amarradas atrás das costas e o rei, com o braço erguido e arma na mão, está a ponto de desferir o golpe. Atrás do prisioneiro, um sorriso torcido nos lábios, um dos deuses observa com ar de aprovação. Os  guias turísticos dizem que o significado desse relevo era "simbólico".
Na enorme muralha ao lado da entrada do templo maciço em Edfu há um relevo de Hórus com cinco prisioneiros núbios em sua mão es­querda, seu braço direito erguido, pronto para executar os infelizes. Narmer, considerado o primeiro dos reis do Egito, viveu no período pré-dinástico de 3.000 a.C., ou antes. É considerado um "golpeador de ca­beças" (ver Figura 12). Num período muito posterior, provavelmente c. 1.200 ou 1300 a.C, vemos outro faraó recebendo oferendas de seus súditos (ver Figura 13). Mas devemos observar mais minuciosamente essas duas figuras, distantes quase dois mil anos uma da outra. A primeira das figuras, Narmer, data aproximadamente da época dos deuses da Grécia e de Roma, a era dos Titãs (daí o nome do navio Titanic). Uns dois mil anos mais tarde, nos dias de Ramsés II, houve a "batalha pela terra" en­tre Josué e os gigantes que habitavam toda a área de Canaã. Se compa­rarmos o tamanho de Narmer e o do faraó da Figura 13 com o tamanho dos outros homens, veremos que aqueles são pelo menos duas vezes maiores. Observem, também, a diferença de tamanhos na Figura 14.
 Os gigantes faraós(Nephilins)do Egito

Isso acontece em muitas das pinturas e esculturas egípcias antigas. In­variavelmente, os deuses ou os faraós são enormes se comparados às pes­soas comuns que os cercam. Isso se verifica em muitas das pinturas de cenas comuns de rituais religiosos, ou cenas de caçadas ou de guerra. É claro que, dirão muitos, isso pretendia indicar que os reis e os deuses eram superiores aos simples mortais retratados nas mesmas cenas. Os eruditos desdenharão qualquer idéia de que talvez esses deuses e seus descendentes fossem real­mente duas vezes maiores que homens comuns. A julgar pelas aparências, essas representações dão a Narmer e ao faraó da Figura 13 quase a mesma altura (isto é, aproximadamente 4 a 5,50 m). Como no caso de Golias, que tinha pouco mais de 4 m de altura e Og, rei de Basã, cuja cama media 5,60 m de comprimento e mais de 2,75 m de largura (Figura 5).
Não é improvável supor que esses deuses e soberanos, que planeja­ram e construíram com detalhes magistrais os templos e pirâmides do Egito, eram totalmente imprecisos na representação do próprio tamanho e altura? Não, para aqueles que têm olhos é óbvio que, assim como os Ti­tãs eram grandes na estatura e na força, assim também seus semelhantes, os Nephilim do Egito e seus descendentes eram homens monstruosos e gigantes. Essa enorme superioridade de tamanho habilitava-os a escravi­zar pessoas comuns e ser seus senhores, para que deuses e reis exerces­sem domínio absoluto. Isso é um fato em qualquer local do mundo onde esses templos e pirâmides extraordinários foram encontrados. Se assim não fosse, e os Nephilim e seus descendentes fossem iguais aos mortais, seriam rapidamente derrotados e eliminados e não teríamos registros ou monumentos que testemunhassem sua existência.
Imensa força física era, sem dúvida, um atributo desses super-homens. Mas eles dispunham de algo mais do que simples força física para erigir esses edifícios, alguns dos quais incluem na sua estrutura enormes blocos de pedra colocados a grandes alturas. Em Sacsayhuaman, nos An­des, por exemplo, há uma pedra cujo peso é calculado em cerca de 355 toneladas e está colocada a uma altura de 8,5 m. Consideremos, tam­bém, os 2,3 a 2,5 milhões de blocos da Grande Pirâmide e o corte e a co­locação desses blocos em vista do problema oferecido pelas várias câmaras e corredores. A simples extensão e magnitude dessa estrutura quase desafia a lógica, e hoje, não há possibilidade de que tal façanha possa ser repetida. Portanto, como é que os construtores realizaram essas tarefas grandiosas e com tal precisão matemática?
A esse enigma tentaremos responder agora.
As lendas do deus Viracocha e os mitos dos Andes falam do deus de pele branca e de seus compatriotas, descritos como "os mensageiros, os seres luminosos", que chegaram em tempos primordiais e foram os res­ponsáveis pela construção dos grandes templos por meio da magia. Di­ziam que Viracocha tinha criado homens gigantes dos céus para construírem os templos. Mas depois'' afogou-os'' a todos e cobriu de água o mundo (parece familiar?). Os incas também acreditavam que eles eram exilados do mundo acima e lutavam para voltar à antiga morada. É de­vido à sua conexão espiritual que os deuses de outrora conseguiram rea­lizar façanhas físicas tão colossais. Para citar alguns exemplos dessa força, voltemos às Escrituras. Primeiramente a uma passagem já citada relativa a um homem possuído por uma "legião" de demônios:

Chegaram à outra margem do mar, à terra dos gerasenos. Ao de­sembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo, o qual vivia nos sepulcros, e nem mes­mo com cadeias alguém podia prendê-lo; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo.
Marcos 5:1-4

Esse é um exemplo do poder espiritual em seu lado negativo. Pois aqui temos um homem que, em circunstâncias normais, de maneira al­guma conseguiria "despedaçar" cadeias e romper grilhões em seus pés. O que o capacitou a realizar essa proeza física foi o poder espiritual do qual ele havia sido impregnado. Em outras palavras, foi o poder espiri­tual demoníaco agindo por meio dele que despedaçou as cadeias e rom­peu os grilhões dos seus pés. Os mesmos poderes espirituais utilizados pelos Nephilim, pelos Titãs, etc.
A seguir temos a história dos sete filhos de um sumo sacerdote. O pano de fundo aqui é o apóstolo Paulo curando muitas pessoas e exorci­zando demônios enquanto pregava entre os gentios. E então alguns im­postores tentaram fazer o mesmo:

E alguns judeus, exorcistas ambulantes, tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre possessos de espíritos malignos, dizendo: "Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega." Os que faziam isso eram sete filhos de um judeu chamado Ceva, sumo sacerdote.
Mas o espírito maligno lhes respondeu: "Conheço a Jesus e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois?"
E o possesso do espírito maligno saltou sobre eles, subjugando a todos, e de tal maneira prevaleceu contra eles que, desnudos e fe­ridos, fugiram daquela casa.
Atos dos Apóstolos 19:13-16

Isso parece bastante humorístico em certo nível. Mas a questão aqui é que um homem possuído de um espírito maligno era mais forte do que sete outros.
Em Lucas 4 temos um dos registros das tentações do Messias. E no versículo 5 lemos:

O diabo, levando-o para mais alto, mostrou-lhe, num instante, to­dos os reinos da Terra.

Confesso que não entendo plenamente o que aconteceu aqui. O que persiste é que o diabo conseguiu mostrar ao Messias todos os reinos da Terra "num instante". Aqui houve, sem dúvida, interferência do poder es­piritual e isso constitui mais um exemplo dos recursos disponíveis no reino espiritual.
Êxodo, capítulo 7 proporciona outro exemplo do poder espiritual negativo acessível ao mundo demoníaco:
Então Moisés e Aarão se chegaram a Faraó e fizeram como o Se­nhor lhes ordenara; lançou Aarão a sua vara diante de Faraó e diante dos seus oficiais, e ela se tornou em serpente. Faraó, porém, mandou vir os sábios e encantadores; e eles, os sá­bios do Egito, fizeram também o mesmo com as suas ciências ocul­tas.
Pois lançaram eles cada um a sua vara, e elas se tornaram em ser­pentes; mas a vara de Aarão devorou as varas deles. Todavia, o coração de Faraó se endureceu, e não os ouviu...
Êxodo 7:10-13

Eis aí um exemplo perfeito do poder do bem e do mal. Ademais, es­sa cena decorre no Egito antes do êxodo, c. 1.490 a.C. É interessante ob­servar que os sábios e encantadores transformaram suas varas em ser­pentes empregando suas "ciências ocultas". O que torna isso digno de nota é que existem apenas informações muito superficiais sobre o povo que construiu muitos dos grandes monumentos espalhados pelo mundo. Parece que esconderam seus rastros e ocultaram suas intenções de ma­neira muito propositada. Os Druidas, por exemplo, não deixaram textos e passaram suas tradições oralmente e em segredo. (Sacrifícios de sangue também eram parte dos seus rituais místicos.)
As atividades dessas seitas eram invariavelmente envoltas em mis­tério. Assim, também, com as ciências ocultas e negras dos encantadores dos faraós. Somente os iniciados tinham acesso aos ritos mais profundos e clandestinos da sociedade secreta.
Assim, quando ponderamos sobre como esses deuses moldaram e assentaram essas pedras gigantescas nos monumentos que construíram, não podemos nos esquecer de que estamos lidando com seres que tinham grande poder espiritual à sua disposição.
Os Titãs e os Nephilim não eram grandes apenas em estatura e em força física. A infusão do poder espiritual de que dispunham capacitava-os a realizar façanhas ainda mais pujantes. E o líder deles foi o ser so­brenatural mais exaltado de todos quando criado. Lembremo-nos de como Ezequiel o descreve:

Tu és o sinete da perfeição, cheio de sabedoria e formosura...
De ouro se te fizeram os engastes e os ornamentos; no dia em que foste criado, foram eles preparados.
Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci.
Permanecias no monte santo de Deus.
No brilho das pedras andavas.
Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado até que se achou iniquidade em ti...
Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor.
Ezequiel, 28-12-17

Em nenhum outro lugar as Escrituras falam de qualquer dos "filhos de Deus" ou qualquer outro ser angelical da maneira como falam de Lú­cifer. Não estamos lidando aqui com um ser comum. Ele era tão poderoso que julgou-se acima do Altíssimo, capaz de destronar Iahweh. Esse é o poder que jaz por trás das "ciências ocultas" de toda feitiçaria e magia ne­gra desde o início dos tempos. Lúcifer - uma de suas alcunhas - é o "im­postor". A ocupação dele é praticar atividades sigilosas e dissimuladas. Seu modus operandi consiste em nos despistar e nos ocupar com buscas inúteis por caminhos errados. Escritores e pesquisadores não têm des­coberto os praticantes dessas ciências ocultas e os construtores de tem­plos dos quais falamos principalmente porque, na maioria dos casos, eles têm feito escavações nos lugares errados. E Lúcifer e seu bando têm sido tão bem-sucedidos em ocultar sua pista que poucos artífices são sufi­cientemente qualificados para levantar a pedra e revelar a serpente que se esconde por baixo.
Não sabemos ao certo que ferramentas usaram ou que meios em­pregaram para moldar esses grandes monumentos. Mas quando os colo­nizadores e agentes de Lúcifer conseguem realizar proezas como transformar varas em serpentes, ou fazer um homem romper grilhões e correntes como se fossem de papel, será tarefa tão difícil construir uma pirâmide ou erigir grandes templos? Como já dissemos, estamos lidan­do com seres que se consideravam iguais ao próprio Iahweh. E basta olharmos para o poder manifestado pelo Messias quando ele estava na Terra para vermos mais exemplos da força espiritual, ainda que, nesse caso, de caráter totalmente positivo. Por exemplo:

Porque em verdade vos afirmo que, se alguém disser a este mon­te: "Ergue-te e lança-te no mar... assim será com ele."
Marcos, 11:23

Os evangelhos estão repletos de passagens sobre o poder do espíri­to conforme exemplos do Messias. Nos Atos dos Apóstolos há, ainda uma vez, muitos exemplos dos discípulos executando suas tarefas e emulan­do o que o Messias havia feito anteriormente. Então, será de surpreender que o precursor do Messias, que já estava presente antes da fundação deste mundo (e provavelmente desempenhou papel proeminente em seu planejamento e construção), tenha capacidade para projetar e construir simples pirâmides e templos? Para ele e seus lacaios não constitui gran­de problema construir traçados intrigantes em Nazca. Mas o que é es­pantoso é a maneira pela qual Satã e seu bando infernal conseguiram manter praticamente o mundo inteiro nas trevas e na ignorância duran­te tanto tempo.
Quando pesquisamos os alinhamentos matemáticos e astronômicos das pirâmides e dos templos do México, da Guatemala, do Camboja e do Egito (e de outros lugares) não nos esqueçamos de que esses espíritos estão intimamente familiarizados com as estrelas e seus cursos. Também são plenamente conscientes dos signos e estações que assinalam a precessão dos equinócios. E tenho certeza de que observam cuidado­samente a ocorrência de quaisquer conjunções ou outros sinais nas es­trelas que anunciem o próximo grande acontecimento no calendário profético. Pois eles têm plena consciência do que está por vir.
Lembramo-nos de Thot, tido na conta de mestre da matemática e da astronomia e de "anjo escriba". Lembramo-nos de que o demônio foi ca­paz de mostrar ao Messias todos os reinos da Terra "num momento". Es­tamos cientes de que, por meio de suas maquinações e artifícios, o mundo inteiro está preso na rede da ilusão e do desespero. Portanto, é manifestamente claro que o arquiteto e responsável por trás de todas as imponentes pirâmides e templos deste mundo, e pelos atos sombrios que caracterizaram os tempos antigos é ninguém mais que Satã, o demônio, a antiga serpente que ilude o mundo inteiro. Ele é o cérebro e o motiva­dor por trás dos seus deuses menores, os Nephilim.
Mas por que escolher o formato de pirâmide? Não seria mais práti­co construir um templo ou uma torre ou uma estátua ou algum outro ícone? Mas uma pirâmide? O formato é tão incomum e inadequado! Ou haveria outra razão que fez os deuses escolherem a pirâmide? Acredito que haja grande significação nessa forma e uma boa razão que levou à sua construção. Responderemos esse enigma no devido tempo.

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