sábado, 16 de julho de 2011

Deputados atacam o cristianismo para defender a PL 122

pensamento racional na política, e contra a utilização de mitos na formação de uma sociedade.

A bancada formada pelos políticos Jean Wyllys, Érica Kokay e professor Israel Batista, abordaram temas que desaprovam o pensamento religioso dentro da política, fazendo referência as bancadas evangélicas.

Em uma parte do discurso, o político Jean Wyllys diz que “um texto bíblico não deve ser interpretado como lei, mas como um mito. São textos alegóricos, não são textos que dão conta da verdade”.

A deputada Érika Kokay cita algumas das conquistas gays sobre a liberdade e o crescimento das demonstrações publicas de afeto. Ela diz que o mesmo deus em que o cristianismo baseia suas razões, é o deus que assassinou mais de 100 mil mulheres em seu nome na inquisição.

Abaixo está um vídeo editado pela FENASP, Frente Evangélica Nacional de Ação Social e Política. Não encontrei o vídeo na integra, mas este, com intenções criminalizadoras e sensacionalistas, serve para demonstrar sobre o que se tratou neste evento. Além de ser razoavelmente cômico ver os argumentos dos religiosos sobre o caso.



Pessoas que se sentiram ofendidas com os comentários dos deputados tentam distorcer alguns dizeres. A edição desta filmagem é um exemplo.

Outros comentários dizem que a comparação da deputada Érica Kokay, ao usar uma faca sendo amolada como exemplo para o crescimento do movimento homoafetivo, foi um ataque ameaçador contra os evangélicos. Além de afirmar que este vídeo foi obtido através de pessoas infiltradas na palestra, quando na verdade, vemos que é um evento público.

Espero que esse ataque direto aos dogmas religiosos dentro da lei brasileira, sirva de incentivo para outros políticos que gostariam de usar o pensamento racional em suas decisões, mas não tiveram coragem por acreditar que colocariam sua reputação de candidato em risco.

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