segunda-feira, 27 de junho de 2011

Lady Gaga é processada por venda de pulseiras em prol do Japão


Lady Gaga é processada por venda de pulseiras em prol do Japão

Denúncia alega que ela embolsou parte dos US$ 2,8 milhões arrecadados.
Cantora não revelou quanto do lucro é destinado às vítimas do tsunami.

Lady Gaga exibe pulseira em entrevista em Tóquio, no Japão, na quinta-feira (23) (Foto: Reuters) 
Lady Gaga exibe pulseira em entrevista em Tóquio,
no Japão, na quinta-feira (23) (Foto: Reuters)
Lady Gaga está sendo processada por extorsão, informou nesta segunda-feira (27) o site da emissora americana de TV Fox News. O processo é reference à venda de pulseiras em prol das vítimas do tsunami japonês, que aconteceu em março.
Gaga empreendeu várias atividades solidárias com o Japão após a tragédia, entre elas a venda de uma pulseira com a frase "We pray for Japan" ("Nós rezamos pelo Japão"), com a qual obteve 240 milhões de ienes (US$ 2,9 milhões) para as vítimas.
De acordo com a ação, a popstar não foi "exatamente honesta em seu site" ao afirmar que toda a renda das vendas das pulseiras seriam para ajudar as vítimas do terremoto. Segundo a Fox News, a denúncia foi apresentada na sexta-feira (24) e alega que a cantora embolsou parte do dinheiro, fez publicidade enganosa e superfaturou o valor arrecadado. Dessa forma, ela teria violado uma série de leis federais e de defesa do consumidor.
Lady Gaga cobra US$ 5 por uma pulseira; US $ 3,99 para transporte e manuseio; e mais US$ 0,60 para impostos. O processo alega que Gaga superfatura o custo de transporte e embolsa a quantia extra arrecadada. Ela também estaria se recusando a revelar o quanto dos US$ 5 é destinado às vítimas do tsunami.
"Incluindo a embalagem, o pacote pesa menos de 30 gramas, por isso o pagamento de uma taxa de serviço de envio de US$ 3,99 para fazer uma doação de US$ 5 é excessiva, porque na maioria das vezes o custo não é maior do que US$ 0,50", disse o advogado Ari Kresch, responsável pelo caso, segundo nota publicada no site E!News. "O primeiro problema que surgiu foi notarmos que havia imposto sendo cobrado de uma venda isenta por ser destinada à caridade", acrescentou.

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