domingo, 15 de maio de 2011

Você deixaria seu filho ser um MENINO-MOÇA?

Lembre-se desta matéria da próxima vez que você o kit gay do MEC  querendo aconselhar os outros sobre o melhor modo de se educar os fihos...

Cassy Fiano: News Real Blog, 3 de janeiro de 2010
Tradução: Dextra


Antigamente, se uma pessoa demonstrava ilusões persistentes, médicos e cientistas tentavam  curá-la delas. Uma pessoa que se via como um animal, ou de um gênero diferente, ou como uma outra pessoa precisava ser curada de suas ilusões e levada a aceitar a realidade: que um ser humano não é, na verdade, um coelho; que um garoto não é, na verdade, uma garota; e que o Zé da Silva ali da esquina não é, na verdade, o presidente dos Estados Unidos.  Em nosso mundo mais tolerante e esclarecido, no entanto, nós optamos por sermos indulgentes com ilusões. Afinal de contas, quem somos nós para dizer a alguém qual é a sua realidade? Os transexuais dizem que, na verdade, não são do gênero no qual nasceram.  Esta é a realidade deles e nós escolhemos aceitar e tolerar a sua perversão da realidade. Claro, um adulto também pode escolher fazer qualquer coisa com a própria vida. Mas será que deveríamos olhar para o outro lado quando um pai encoraja o filho a se travestir?

Dyson Kilodavis é um menino de cinco anos de idade. Suas cores prediletas são rosa e vermelho e ele gosta de usar vestidos e saias bonitas e usar brilho rosa nos lábios. Sua mãe, Cheryl, no começo resistiu. Mas depois ela decidiu fazê-lo feliz e deixá-lo ser "um menino-moça." [Veja o vídeo abaixo]

 Como a autora Ken Corbett, que escreveu Boyhoods: Rethinking Masculinities [Meninices: repensando as masculinidades], observa neste vídeo, trata-se dos pais remodelarem  o mundo social em que crescem nossos filhos. Remodelarem-no para melhor?

Parece que Dyson começou a demonstrar preferência por coisas de meninas com a idade de dois anos. Ele se veste deste jeito já faz três anos, porque, ao invés de intervirem e dizerem 'não', seus pais só querem que ele seja feliz. Claro: esta deve ser a nova função de um pai: dar ao filho todo o que ele quiser, desde que isto o faça feliz, não importa o quanto estiver errado. Uma criança de dois, três, quatro, cinco anos não entede o que é um transexual ou o que é o travestismo. Um garoto de dois anos certamente não tem nenhum sentimento profundo a este respeito. Ao invés de se recusar a ceder à fase pela qual Dyson passou quando tinha dois anos, seus pais escolheram aceitá-la, deixando o filho virar um menino-moça e exibindo-o para todo mundo ver.

Será que eles pensam na vida que eles estão preparando para seu filho? A gozação, a intimidação? E o que dizer dos sentimentos confusos, quando Dyson se perguntar por que os outros meninos na escola não usam vestidos e brilho nos lábios? Que tipo de efeito psicológico isto terá sobre ele, no longo prazo? Parece que nenhuma destas coisas importa -- os Kilodavis estão fazendo seu filho feliz no curto prazo, e isto é tudo o que importa.

Há séculos existem travestis, mas eles sempre foram a minoria. Os papéis de gênero existem há séculos e agora, em nossa era mais esclarecida, nós vamos jogá-los pela janela ao capricho de uma criança. Uma coisa é um homem adulto decidir levar sua vida como mulher. Outra, muito diferente, é um pai deixar o filho fazer o mesmo -- não se brinca de engenharia social com os próprios filhos.

Além do mais, o que esta história diz sobre ser pai hoje em dia, quando espera-se que cedamos a tudo o que nossos filhos querem, só porque isto os deixa "felizes"? Como pais, nossa função não é dar a nossos filhos tudo o que eles querem. Às vezes, temos que dizer 'não'. Às vezes, temos que tomar uma decisão que vai deixar nossos filhos tristes, simplesmente porque é a coisa certa a fazer. No caso de Dyson, ele ficou sem uma infância normal e pode ser que sem uma infância feliz, com isto, simplesmente porque seus pais não quiseram lhe dizer 'não'. Como o adulto da família, é sua responsabilidade dizer 'não' quando seu filho faz exigências absurdas. Só porque seu filho ou filha diz que quer uma coisa, isto não quer dizer que eles deveriam tê-la.

O triste é que esta não é uma decisão que Dyson tenha idade suficiente para tomar sozinho. Aos dezoito, ele tem idade suficiente para entender as implicações de se vestir como uma garota. Aos cinco, ele não faz idéia do que isto significa, razão pela qual seria necessário uma verdadeira paternidade, e também pela qual deixá-lo adotar este tipo de comportamento é potencialmente perigoso. Ele não sabe o que isto pode fazer com sua infância. Seus pais sabem e pelo visto não se importam. Isto não é exatamente o que se chama de paternidade responsável.

Mas aí, ser pai siginificaria não ceder às ilusões de Dyson, o que poderia deixá-lo triste, muito embora seja a coisa certa a fazer. E não podemos nunca deixar uma criança triste, não é mesmo?


6 comentários:

  1. Mestre, sei que acharás meu comentário muito longo, mas faz parte de uma debate que fiz sobre a onda gay e agenda sem vergonha da onu...

    Eis FATOS, se alguem quiser debater com base lógica e argumentos passiveis de prova, tudo bem.

    Um estudo com 229 pedófilos publicado nos Arquivos de Comportamento Sexual observou que 86% dos agressores sexuais de meninos se descreveram como homossexuais ou bissexuais e o número de atração homossexual é de 6 a 20 vezes maior entre pedófilos.

    Os seis maiores assassinatos em série nos EUA foram praticados por homossexuais, os dois maiores assassinos da história mundial, também eram homossexuais.

    Em 2005, estudo realizado em áreas urbanas dos EUA, comandado pelo Dr. Ronald Stall, chefe de pesquisa de prevenção para a divisão de prevenção de HIV/AIDS no Centro de Controle de Doenças concluiu que, dos homossexuais:
    - 90% usaram álcool
    - 50% fumaram maconha
    - Aproximadamente 20% usaram cocaína
    - 10% usaram crack
    Comparado à população geral, homossexuais tinham 4 vezes mais incidência em uso de maconha; 7 vezes mais em uso de cocaína; e 10 vezes mais o uso de anfetamina.

    Doenças como Hepatite A e B, herpes, condilomas, amebíase, giardíase, shigelose e outras doenças atingem três vezes mais os homossexuais do que heteros. 75% dos homossexuais tem ou tiveram uma ou mais dessas doenças.

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  2. Um levantamento sobre as causas do homossexualismo levou ao seguinte diagnóstico:
    - Distanciamento do pai cedo na infância, porque a criança o via como hostil ou distante, violento ou alcoólatra. (Apperson 1968; Bene 1965; Bieber 1962; Fisher 1996; Pillard 1988; Sipova 1983)
    - Mãe superprotetora (meninos). (Bieber, T. 1971; Bieber 1962; Snortum 1969)
    Mãe emocionalmente distante (meninas). (Bradley 1997; Eisenbud 1982)
    - Pais não conseguiram incentivar identificação do mesmo sexo. (Zucker 1995)
    - Falta de brincadeiras mais duras (meninos). (Friedman 1980; Hadden 1967a)
    - Incapacidade de se identificar com colegas do mesmo sexo. (Hockenberry 1987; Whitman 1977)
    - Antipatia por esportes de equipe (meninos). (Thompson 1973)
    - Falta de coordenação manual e visual e resultante provocação dos colegas (meninos). (Bailey 1993; Fitzgibbons 1999; Newman 1976)
    Abuso sexual ou estupro. (Beitchman 1991; Bradley 1997; Engel 1981; Finkelhor 1984; Gundlach 1967)
    - Fobia social ou acanhamento extremo. (Golwyn 1993)
    - Perda dos pais através de morte ou divórcio. (Zucker 1995)
    - Separação dos pais durante decisivas fases de desenvolvimento. (Zucker 1995)

    As leis da natureza - quanto a gêneros - são verificáveis: masculino e feminino. Não existe um terceiro sexo. As muitas diversidades sexuais não seguem a lei da natureza, mas o desejo corrompido do homem.
    Sinclair Rogers, ex-homossexual, disse: “Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce ele já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências. Ainda que em certos casos alguns indivíduos se tornassem homossexuais como “produto” da natureza, isso quer dizer que poderíamos desejar o homossexualismo e considerá-lo normal? A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais com depressão, desordens obsessivas, diabetes… mas não consideramos esses problemas “normais” só porque ocorrem “naturalmente”. Então por que é que o homossexualismo é colocado numa categoria diferente? Vale a pena mencionar que há alguns estudiosos sugerindo que a atração sexual de um adulto por crianças poderia ser também produto de alguma influência biológica inerente. Se conseguirem provar isso, então teremos que aprovar a relação sexual entre adultos e crianças?… Por exemplo, alguns cientistas crêem que há pessoas que nascem com influências biológicas para com o alcoolismo, vício de drogas, comportamento criminoso e até mesmo o divórcio. Mas isso significa que tais pessoas são obrigadas a se tornarem e permanecerem viciadas e criminosas? A biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas. (QUESTIONS I’M ASKED MOST ABOUT HOMOSEXUALITY, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993).

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    1. Resposta a JD :- Eu concordo em partes com as suas colocações, veja bem:- Minha mãe faleceu quando eu ainda era um bebê, o meu pai foi totalmente ausente e eu apanhei muito de minha madrasta, conclusão, eu fui criado por uma avó, com ela morava a minha tia e mais três primas, eu cresci no meio de cinco mulheres, só mulheres, sem nenhuma referência paterna ou masculina.
      O interessante é que apesar de ter sido criado no meio exclusivo de mulheres, eu nunca tive dúvidas quanto a minha sexualidade, eu tive muitas namoradas e me casei com 22 anos de idade. Hoje eu tenho 54 anos e continuo casado (com a mesma mulher). Acho que tudo é muito relativo, cada caso é um caso.

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  3. LeVay autopsiou o cérebro de 19 homens homossexuais, de 16 homens heterossexuais e de 6 mulheres. A parte do cérebro que Simon LeVay informou ser menor em homens homossexuais, conhecida como o terceiro núcleo intersticial do hipotálamo anterior (INAH 3), é de tamanho mais próximo ao da área correspondente em cérebros de mulheres.
    Entretanto, essa pesquisa sobre o cérebro tem sido colocada em dúvida por diversas razões. Por exemplo, três dos homens homossexuais no estudo de LeVay tinham as áreas “INAH 3″ tão grandes quanto as de homens heterossexuais, do mesmo modo como as de duas mulheres presumivelmente heterossexuais. Outro problema foi que todos os homens homossexuais e alguns dos homens heterossexuais do estudo tinham morrido de AIDS e ninguém conhece os efeitos reais da AIDS e das suas complicações sobre o tamanho e a forma do cérebro moribundo. Além disso, ninguém demonstrou uma relação entre a área “INAH 3″ e o comportamento sexual em humanos. Ainda mais: somente os pacientes masculinos com AIDS no estudo de LeVay – e não os heterossexuais presumidos que morreram de outras causas – foram consultados sobre sua orientação sexual antes de morrerem. Desse modo, os resultados são inconclusivos. O próprio LeVay diz: "Isso não provou que o homossexualismo é genético, nem que há uma causa genética para ser gay. Eu não mostrei que os homens gays “nasceram assim”, que é o erro mais freqüente que as pessoas fazem ao interpretar meu trabalho. Eu também não localizei um centro gay no cérebro")
    O Relatório Laumann (1994) aponta que o homossexualismo não é uma característica estável. LeVay diz que o homossexualismo é uma combinação de múltiplos fatores, incluindo genética, hormônios e experiências sociais.
    As causas do homossexualismo são controversas. Freud colocava o homossexualismo como uma perversão, e dizia que três fatores levariam ao homossexualismo: a forte ligação com a mãe, a fixação na fase narcísica e o complexo de castração.

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  4. Tenho dois filhos. Criei-os sem pai.Se um deles viesse com essa história de se vestir de moça, eu tiraria sua roupa, tiraria a minha e lhe mostraria a diferença entre um e outro. E se fosse o caso mostraria uma menina nua também. Existe prova mais contundente do que a que a própria natureza cria no ser humano? Se ele insistisse, colocaria de castigo quantas vezes fosse preciso, e se continuasse insistindo dava-lhe uma sova bem dada e mostraria que é isso o que ele iria ganhar da vida se continuasse insistindo. Quando crescesse se persistisse, problema dele, eu continuaria amando ele, mas lhe mostraria claramente o quanto é abominável à Deus e a própria sociedade tal obsessão. Jamais o apoiaria. É o mesmo que se faz com um viciado em drogas em álcool, cigarro, idolatria, pedofilia, sexo depravado, assassinato, adultério, falso testemunho para prejudicar a vida alheia, roubo... e por aí vai. Não podemos apoiar, incentivar e coibir com nenhuma destas práticas, tão pouco com o homossexualismo. Qual o problema? Jamais o maltrataria, com piadinhas, com agressão física (surra na infância é normal, depende da surra, óbvio) mas jamais o apoiaria. Homem é homem mulher é mulher e "cada um no seu quadrado". Vale lembrar que o tal "reto", é o lugar existente no nosso corpo para lançar fora a pior espécie de lixo produzido pelo corpo num processo biológico natural e saudável, portanto mais porco e depravado do que o veado, é o que transa com ele. É a velha história: se tem prostituta é porque tem quem pague por ela. Com certeza meu comentário não é nada científico nem acadêmico, mas e daí? é prático e verdadeiro. Sempre me relacionei com pessoas homossexuais sem nunca ter apoiado suas práticas. Sempre as tratei com respeito e dignidade como qualquer ser humano deve ser tratado. Sempre ensinei os meus filhos a procederem da mesma forma, portanto é o que fazem até hoje. O resto é frescura e conversa mole, e a culpa é dos governos e das "autoridades" dos países, que em última instância deveriam respeitar o voto e a consciência de seus cidadãos, e não ficarem embarcando em planos de agenda global para esterilizar na marra o ser humano. Cada gay é um ser humano, e se as leis de proteção à vida e à integridade física de uma pessoa, além dos direitos constitucionais tivessem valor verdadeiro perante as autoridades, não seria necessário, como de fato não é, leis específicas contra a homofobia; isso é pura ladainha para criar programas de incentivo à boiolagem, como os criados pelo MEC. Mas acima de tudo, para além de planos de agenda global e as sociedades secretas, a verdade é que o inimigo de Deus e da humanidade, quer mesmo é depravar o ser humano criado à imagem e semelhança de Deus, levando bilhões através dos séculos a perderem sua salvação, óbvio é que isto se dá com todo e qualquer tipo de pecado, não apenas com o boiolismo, mas este em particular ofende e denigre a própria pessoa de Deus, que é apresentado na bíblia como o pai que nos é revelado pelo seu filho. Tudo no gênero masculino. Nem nunca se viu na bíblia relato de "anjas" e de anjos varoa, é sempre varão. Daí vem aqueles "pastores" dizendo que Deus não tem gênero. Se for assim, fazem do filho um mentiroso pois que o chama de pai. Portanto negam o filho e o pai. Tudo astúcia satânica e PONTO. Pura malandragem andrógina demoníaca.

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  5. SÃO DEMONIOS !!!!!!!!!! TENHO CASOS EM MINHA FAMILIA, ONDE MEUS TIOS SÃO EVANGELICOS E OS FILHOS.... E NETOS....E ME DISSERAM NÃO CONSIGO LUTAR CONTRA ESSES DEMONIOS PRIMA, ACHEI MUITA FALTA DE FÉ POR PARTE DE MEUS TIOS !!!

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