terça-feira, 16 de março de 2010

Downloads das Almeida’s Antigas


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Tambem você pode baixar uma preciosidade, Almeida 1693 (só N.T.): http://rapidshare.com/files/64027331/Almeida1693.zip
cerca de 65MB

De onde fazê-los?

Por que fazê-los?
(Vantagens no uso desses downloads para
descobrirmos as inúmeras e terríveis fraudes em “bíblias” moderninhas.)

Uma das grandes utilidades de termos essas
versões originais de Almeida (NT 1681, NT 1693, NT 1712, Bíblia completa 1753,
Almeida 1819, etc.) será as compararmos com as atuais "Almeida’s" para
vermos e nos indignarmos contra o absurdo de algumas Bíblias desonestamente
(por questão de marketing, enganando os tolos) usarem o nome
"Almeida", mas serem uma tradução baseada num texto grego modificado,
corrompido em MILHARES e MILHARES de palavras!!! Puxa, certamente nós ficaríamos
calados se as atualizações fossem apenas trocar "baptista" para
"batista", "morada" para "residência", ou
qualquer atualização de grafia e de gramática. Mas são mudanças completamente
diferentes, completamente radicais e injustificadas, muitíssimas delas de
gravíssimas repercussões doutrinárias, do tipo de retirar o sangue de Cristo,
de diminuir a divindade de Cristo, diminuir a necessidade do jejum, diminuir a
doutrina da Trindade, introduzir erros e contradições, etc.

Choca-me o pensamento de que até o mundo secular se revoltaria se alguém,
usando os mesmos nomes dos autores, reeditasse "As Lusíadas" de
Camões, com 10 palavras radicalmente adulteradas, 10 palavras radicalmente
omitidas, 10 palavras radicalmente acrescentadas; idem para "Dom
Quixote" de Cervantes; para "Odisséia" de Homero; e para “Hamlet”
de Shakespeare; para o Hino Nacional Brasileiro de Joaquim Osório Duque Estrada;
etc., etc., etc. Nenhuma editora se passaria para tão vergonhoso ato, nenhum
leitor compraria tal lixo, processos legais seriam levantados contra o
fraudulento uso, haveriam campanhas nos jornais denunciando a fraude, a justiça
obrigaria pelo menos a que não fossem agora usados, nas falsificações, os nomes
dos originais livros e seus autores. Haveria tremenda comoção e revolta entre
os amantes e admiradores dos autores originais, o mundo se revoltaria com tão
baixa e revoltante fraude. Mas Bíblias surgem usando o nome de Almeida,
escondendo que traduzem um texto grego radicalmente diferente e o fazem por
métodos radicalmente diferentes dos de Almeida. O texto grego diferente, o
Texto Crítico, tem quase 10.000 (7% !) das 140.000 palavras do Novo Testamento
grego omitidas, acrescentadas, ou radicalmente mudadas. O método de tradução é freqüentemente
o de Equivalência Dinâmica, muito diferente do método de equivalência formal usado
por Almeida. O resultado são Bíblias com um Novo Testamento radicalmente
diferente do de Almeida, pelo menos em 10.000 palavras. E isto é cuidadosamente
escondido na propaganda dessas “bíblias”, e nenhum crente nem igreja reclama
disso?

É por isso que fico com a minha ACF (Almeida Corrigida Fiel). Se ela não
existisse, procuraria usar uma xerox da ARC (Almeida Revista e Corrigida) 1894,
ou da Almeida 1819 (completas, Velho + Novo Testamento), ambas usando
caracteres e grafias prontamente entendíveis por qualquer crente de boa
vontade.

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